junho 2015
GRU perde gato, perde
cachorro e nativos de Camarões
sofrem no aeroporto!!!
Em maio
passado, quatro passageiros camaroneses
ficaram confinados no Aeroporto de Guarulhos sem assistência da companhia aérea
Avianca que, por um erro (ou preconceito mesmo), os classificou como
passageiros de risco, e eles ficaram isolados durante três semanas em uma área
restrita do terminal do aeroporto paulista conhecida como conector. Os
estrangeiros dormiram no chão e receberam doações para se alimentar, segundo
reportagem exclusiva da CBN. Quatro imigrantes de Bangladesh também enfrentam
esta situação atualmente, como apurou a reportagem. De acordo com a Defensoria
Pública da União, pelo menos 300 estrangeiros sem autorização de entrada no
país passaram pelo conector neste ano. (Mais informações sobre o caso dos
camaroneses a seguir, após este editorial...)
Em aeroportos do mundo inteiro
acontece de tudo e, embora não seja o caso dos camaroneses, pode-se questionar
quantas câmeras há no Aeroporto de Guarulhos (mais conhecido por GRU Airport ou
“Cumbica” – talvez o mais adequado seria “Trumbica”) e o que a segurança do
aeroporto faz com elas. Pois gato e cachorro já se perderam por lá, furtos
acontecem com constância aparentemente cada vez maior e no sábado dia 6 de
junho presenciamos um pedinte adulto transitando livremente dentro do
restaurante Carls Jr. do famoso e badalado TPS 3, o que, talvez, possa ser
visto em aeroportos de países mais modestos mas não em aeroportos de um país
que quer ser comparados às economias europeias e norte americanas.
Ainda sobre as câmeras: prossegue o
impasse sobre o Airbus A300 no cemitério do GRU, aquele que não teve perícia
porque os peritos estavam sem escada (não, não é piada mesmo, eu juro...). Será
que havia câmeras naquele local? Se não havia ou não há, porque, se é área
aeroportuária? Se há câmeras, filmaram algo, ou seja, as pichações e os roubos
ocorridos lá? Qual o risco de invasores passarem do cemitério para o pátio
próximo onde vários aviões operacionais passam o dia?
Com a palavra, o GRU Airport, que não
responde nossos e-mails questionando-os a respeito do Airbus há meses!!!
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==OS
CAMARONESES DE GUARULHOS==
QUARTA,
27/05/2015, 17:26
Quatro
camaroneses ficam confinados durante três semanas no Aeroporto Internacional de
SP
Por um erro da companhia aérea,
que classificou os passageiros como um risco para a viagem, eles ficaram
isolados em uma área restrita do terminal, conhecida como conector.
A
camaronesa B.N.C., de 25 anos, que não pode ser identificada por motivo de
segurança, chegou ao Brasil há quase um mês. E já não guarda boas recordações
do país.
"Eu
não quero estar no Brasil. Eu não desejo estar no Brasil. Eu quero ir para o
meu destino inicial. Só tenho lembranças negativas daqui. Para mim, o Brasil é
um pesadelo", afirma.
O
pesadelo ao qual ela se refere começou no dia 21 de abril. Ela e mais outros
três conterrâneos partiram da capital do país, Laundé, com destino a Quito, no
Equador, e a Belize, na América Central. Nenhum deles tinha como destino o
Brasil, mas fizeram escala no Aeroporto de Guarulhos, onde o problema começou.
A
companhia aérea Avianca International classificou os quatro passageiros como um
risco para a viagem e alegou que os destinos não condiziam com o perfil do
grupo. Nenhum deles foi autorizado a fazer a conexão e todos foram levados para
uma sala no Terminal 3, conhecida como conector. Para lá, vão todos os
estrangeiros que não têm autorização de entrada no Brasil ou que estão sem
documentos. O que não era o caso dos camaroneses. Todos tinham visto de
entrada, passagem de volta comprada e recursos.
A Polícia
Federal os manteve isolados e sem comunicação durante três semanas. Dormiram no
chão, passaram frio e dependiam de doações para comer. A advogada dos
imigrantes, Eliza Donda, considera que houve violação dos Direitos
Humanos.
Segundo a
Defensoria Pública da União, cerca de 300 estrangeiros passaram pela mesma
situação dos camaroneses no ano passado. Neste momento, quatro pessoas de
Bangladesh, da Ásia, estão no espaço do conector em Guarulhos. Depois das três
semanas, o Brasil concedeu refúgio ao grupo de Camarões. A contragosto. O que
eles queriam mesmo era seguir viagem.
"Eu
não entendo o porquê. Eu não quero ser uma refugiada e não entendo por que o
Brasil está me obrigando a isso. Não quero ser refugiada em qualquer lugar do
mundo, porque não fugi do meu país. Meus documentos estão em dia. Eu tinha um
visto legal para ir ao Equador", reclama B.N.C..
Segundo
os refugiados, a Avianca se negou a ressarcir os valores das passagens de volta
e do embarque não realizados. Para o defensor público federal Daniel Chiaretti,
houve erro por parte da Polícia Federal.
Em nota,
a PF diz que segue estritamente o que determina a lei e que a companhia aérea é
responsável pelas instalações e transporte do estrangeiro ao país de origem.
Também afirmou que os quatro camaroneses se negaram a embarcar na companhia
aérea Royal Maroc, de volta para Camarões e que, por isso, pediram
refúgio. A reportagem da CBN pediu um posicionamento da Avianca
International, que até o momento não se manifestou.
Sem
dinheiro, os quatro camaroneses estão abrigados no abrigo da Missão da Paz, em
São Paulo.
" A
cada dia que passa, estou morrendo por dentro. Eu estou muito mal por dentro. O
Brasil não é meu destino. Se ficar aqui eu vou morrer. Quero ir embora",
lamenta P.T.M..
No ano
passado a CBN já havia denunciado a precariedade do conector e a demora no
andamento dos pedidos de refúgio. A Defensoria Pública da União disse que
pretende acionar judicialmente a companhia aérea pela falta de assistência aos
passageiros e também por não ressarcir os valores devidos. Também afirmou que
vai apurar os abusos no isolamento e que caso seja comprovado pode entrar com
um processo contra a União.
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O NOME PREJUDICOU?
(Fonte: Revista Flap Internacional no 467, 1ª. quinzena de agosto de 2011)
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“NOSSAS PRINCIPAIS SEÇÕES”
CAIXA PRETA DE CAMÕES + DE CERVANTES
Pela primeira vez na história editorial mundial Camões
anda de mãos dadas com Cervantes. Uma nova revista de aviação lançada no
mercado brasileiro, irmã caçula da edição espanhola, publicou artigos em idioma
assemelhado ao híbrido “pontunhol”. Uma regra importante para quem escreve é: jamais revise o que você próprio
escreveu ou traduziu, se quiser realmente uma revisão impecável. E se você
tiver como língua materna o idioma do texto original que está sendo convertido
para o idioma da revista, então, pior ainda!
Com certeza, você deixa passar batido palavras no idioma que não se
deseja manter.
Isso acaba gerando pérolas como essas abaixo (os itálicos são por nossa conta):
“Conferi duas veces
que todos os sistemas...”
“... levando a aeronave a un voo nivelado até que el
piloto comande o contrário.”
“...continuará supervisionando y gerenciando a organização.”
“O avião anfíbio, llamado
SkiGull...”
“Mooney apresenta seus nuevos biplçaces...”
(Legenda): “Dereita
A ponta externa...”
(Legenda): “A
dereita A aviônica...”
“Hélice Hartzel cuadripá
de material composto...”
“Aunque o tamanhño (sic!) dos tanques seja
calculado...”
“...uma forza
corretora que o piloto pouede sentir
nos comandos.”
Bem, até que chegou o momento de eu deixar de anotar,
porque cansei...
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DIRETAMENTE
DOS NOSSOS “ARCHIVOS”
Fonte: Revista Flap Internacional
no 81, julho de 1978
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DEU N@ INTERNET
(FONTE: www.deamazonia.com.br)
Azul muda saudação a
passageiros após confusão em voo
Noticia atualizada em: 2015-05-04 09:51:38
Roseani e um grupo de amigos embarcava para Parintins, na semana passada, no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus para participar da tradicional Alvorada do seu boi, o Garantido, no dia 30 de abril. Uma das aeromoças da empresa saudou os passageiros com um “boa tarde azul”, o que foi imediatamente repreendido por Roseani. que é sócia e torcedora do boi Garantido.
A comissária entendeu a recusa de Roseani como um desacato e chamou a Polícia Federal para retirá-la do voo. E uma grande confusão se armou, dentro do avião, para retirar torcedora, que estava vestida em trajes vermelhos, que é a cor do boi Garantido. O blog deAmazônia, tentou falar com Roseani, mas não obteve êxito. Amigos de Roseani Novo, que estavam no mesmo voo, disseram que a Azul deveria conhecer melhor a cultura de Parintins, por usar o trecho de voos até a cidade. “ Roseani sentiu-se insultada e desrespeitada pela empresa com a saudação que simbolizava o Caprichoso”, afirmou um dos amigos que estava na aeronave.
A Azul, inclusive, negociava com as agremiações folclóricas Garantido e Caprichoso, patrocinar o festival. A confusão não agradou torcedores do boi Garantido.
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NOSSA EXCLUSIVA E EXUBERANTE
COLEÇÃO DE PÉROLAS VOADORAS
(Erros da imprensa que capturamos por aí. Vamos
contar somente os pecados, e não os pecadores, senão eles vão ficar levemente
chateados...)
A
Pérola da imprensa especializada em dezembro de 2013 (embora eles não citem o
mês) (revista 02)
“LABACE
em novo endereço. Maior feira de
aviação executiva da América Latina deixa
o aeroporto de Congonhas.”
Com um título desses,
imagine o resto do texto... Mas isso em jargão do jornalismo se chama “barriga”
ou
“barrigada” é quando se publica uma informação falsa, geralmente por desleixo e
falta de compromisso maior com o que se noticia. Isso pois a Labace posterior ainda foi em Congonhas – e a
“notícia” foi desmentida poucos meses depois –, bem como a de 2015 o será ainda
no mesmo local.
Portanto, a revista “2” pode ser considerada
“barriguda”...
A
Pérola da imprensa especializada do final de 2014/início de 2015 (embora eles
não citem o mês) (revista 24)
“Uma família com seis modelos: A
família A350 XWB é composta pelos modelos A350-800, A350-900 e A35001000.
Juro que eu só contei três...
A Pérola da imprensa especializada em janeiro de
2015 (embora eles não citem o mês) (revista
02)
“’Caixa
preta....’” ou ‘black box’ é o nome popular do sistema de gravação de voo, em
inglês flight recorder, composto por
dois dispositivos: o FRD (flight data recorder) e o CVR (cockpit
voice recorder).”
É lamentável que uma revista, na pessoa de seus
editores, revisores etc, não atentem para a própria sigla: Flight Data Recorder jamais seria “FRD”!!!
E qualquer pessoa com o mínimo conhecimento de aviação sabe que a caixa preta
de voz é o FDR!
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“COMIDA DE
AVIÃO”
Colaboração de Fernando Canteras (foto e texto)
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“CAPAS”
Algumas capas de revista de
aviação do passado que se destacam por si só ou trazem homenagens históricas.
Colabore você também enviando aquelas de que mais gosta!
Julho de 1978. O belíssimo Boeing
747-200 destacando-se na capa da revista.
Quem não se lembra do belíssimo
A300B4 da Cruzeiro do Sul, que desfilava elegantemente até mesmo em Congonhas,
apesar de seu porte? Aqui, capa de Aero em agosto de 1980.
A revista do então Ministério da
Aeronáutica brasileiro, na edição de maio/junho de 1996, trouxe na capa o
famosíssimo Hercules C-130 – provavelmente, nunca um avião teve um nome tão
adequado por sua versatilidade.
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“Sites úteis”
http://www.aeroin.net/
A revista eletrônica de aviação
criada em 2010 e que não se limita a dar notícias sobre aviação – ela produz e
se torna notícia ao incentivar o hobby da fotografia aeronáutica e encontros
entre entusiastas de todo o Brasil e também do exterior.
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– “PENSAR PARA VOAR” –
(PENSAMENTOS E FRASES RELACIONADOS À
AVIAÇÃO)
“Por que o
magnetismo da ponte, o desafio paciente e silencioso que toda ponte apresenta a
todos os pilotos, desafiando-os a voarem baixo e saírem vivos?” (Richard Bach)
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CAIXA COR DE ROSA
(Fonte: G1,
08/03/2015)
Tenente atua como copiloto na base de Sorocaba (SP).
Lara pertence a pequeno grupo de mulheres que atuam na equipe do Águia.
Jomar Bellini
Do G1 Sorocaba e Jundiaí
Ela cresceu se dividindo entre bonecas e partidas de futebol, brincando nas ruas do Jardim América, na Zona Sul de Sorocaba (SP). Filha do meio, o primeiro contato de Lara Carolina Palhiari Duarte com a aviação foi com um avião de brinquedo de um dos irmãos. Depois disto, a vontade de correr pelos ares começou a falar mais alto. Hoje, vaidosa e tímida - apesar de brincalhona -, a menina se transformou em uma integrante de um grupo seleto a pilotar os helicópteros Águia, da Polícia Militar, pelos céus de São Paulo. Primeira a ser aprovada para entrar no curso para copilotos, em 2012, a tenente Lara é uma dos integrantes das equipes que atuam em salvamentos e operações policiais do Águia no interior paulista. Além dela, existe apenas mais uma copiloto na capital e outra em formação na base de Piracicaba (SP).
Apesar da minoria, a tenente diz que a diferença entre gênero acaba quando as atividades operacionais começam. "Só o banheiro é diferente, quando toca a sirene é todo mundo igual. Desde a formação até a rotina no trabalho a gente não vê sexo. Não tem lógica julgar as pessoas por elas serem ou não mulheres", opina a tenente.
Há 10 anos, hoje com 29, começou a carreira militar, sendo os últimos dois se dedicando a carreira dentro das equipes do Águia. Foram quatro meses de provas incluindo resistência física e emocional antes de conquistar o feito ainda inédito entre as mulheres e começar o treinamento para voar.
A aprovação para o curso de copiloto deixou Lara receosa, já que até então, o ambiente era majoritariamente formado por homens. "Era novidade para todo mundo. Me cobrava muito porque não queria decepcionar as expectativas. Desde o começo briguei para ser tratada da mesma forma. Eu tenho esse pensamento de que a gente tem que ser respeitado não por ser homem ou mulher, mas por ser ser humano". A tenente espera se tornar piloto em dois anos após passar por uma nova série de testes e treinamentos.
Reflexão e incentivo
Para a tenente, o Dia Internacional das Mulheres, celebrado neste domingo (8), é um lembrete para as conquistas femininas nos últimas anos. A data, continua ela, deve servir como reflexão. "Eu nunca sofri preconceito por estar nesta atividade, mas sabemos que essa não é a realidade de muitas mulheres, que sofrem isto e são tratadas de forma diferente. Temos muito o que conquistar. Não é o sexo da pessoa que vai fazer diferença."
E foram essas conquistas que permitiram que ela chegasse ao cargo de tenente. "É um reflexo sim. Há 50 anos eu não conseguiria isto. Quando eu entrei na PM, em 2004, o quadro era dividido por sexo, só o fato de ocupar o mesmo quadro e em tão pouco tempo chegar até aqui já é uma conquista", comenta.
Momentos marcantes
Apesar do pouco tempo de atuação, a tenente relembra que os momentos mais marcantes do trabalho são sempre os envolvendo o salvamento de vítimas em situações de díficil acesso. Um dos apoios a resgates que ela esteve envolvida foi o de uma jovem que caiu de uma jovem que caiu de uma altura de 30 metros em uma cahoeira na cidade de Votorantim (SP).
O acidente aconteceu enquanto a garota percorria uma trilha com um grupo de amigos em uma área de mata preservada e despencou de uma cachoeira conhecida como "Paradise". Foi necessário o apoio do helicóptero Águia para ajudar no resgate, já que o local é de difícil acesso. "Eu acompanhei de perto o salvamento como copiloto, auxiliando o comandante. Foi um momento de muita aprendizagem para mim", lembra. Antes disto, ela já havia atuado no Bravo, helicóptero da Polícia Militar destinado a resgates de urgências médicas na capital paulista.
Fora da base
Antes de ir embora, Lara vai até o dormitório feminino, onde já tem a sua roupa esticada em cima da cama, pronta para ir para casa. Lá espera o marido com quem é casada há seis anos. Até quem conhece a jovem acaba passando despercebido na rua. “Eu me arrumo e sou vaidosa como toda mulher. Vou ao cabeleireiro, gosto de sair, passar perfume”, confessa.
Agora ela espera a hora certa para realizar outro sonho: ser mãe. “Menino ou menina, tendo saúde está bom. Tento conciliar o trabalho com a vida pessoal, mas daqui uns dois anos eu pretendo ter um filho sim", conclui.
***Veja as fotos no artigo original: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2015/03/nao-tem-logica-julgar-pelo-sexo-diz-1-mulher-de-sp-pilotar-o-aguia.html)***
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revistas, não só de aviação, se baseiam na Lei 5.988/73 que foi revogada pela
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Veja o
texto da Lei EM VIGOR em:
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