Caixa Preta da Solange
domingo, 1 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
SPEECH
UMA ANÁLISE SOBRE
ÉTICA E LEGISLAÇÃO
Você compra livros muitas vezes pelo impacto da CAPA.
Você compra revistas quando a CAPA lhe chama a atenção
E os famosos cartazes dos filmes? São sua CAPA!
Se você tem idade para tal, lembra quando os jornais eram pendurados do lado de fora das bancas, nas ruas, e antes mesmo de ler a manchete, em muitos casos, era a foto de CAPA que chamava a sua atenção?
A foto de CAPA de página inteira do extinto Jornal da Tarde (São Paulo) mostrando uma criança com camiseta amarela e chorando quando a Seleção Brasileira perdeu uma Copa, na década de 1980, virou ícone da linguagem silenciosa de uma imagem.
Não há como negar que a CAPA vende. A CAPA é atraente, instigadora, atrai sua atenção, mexe com seu interior, causa-lhe conforto ou desconforto.
A CAPA também é importante no mundo digital. Ainda mais na massiva concorrência entre canais, sites, blogs e eteceteras.
A CAPA dos vídeos no Youtube, por exemplo, chamada de Thumbnail, faz você parar o que estiver fazendo ou procurando e desviar os olhos para aquela chamada específica e clicar, e assistir.
Começa AÍ o engajamento, a curtida, o compartilhamento, os comentários, a monetização.
Já chamei a atenção, aqui no Blog, para os spotters,
constantes ou eventuais, ávidos por ter suas fotos compartilhadas em revistas,
livros, sites, blogs. Para não se deixarem ser EXPLORADOS por criadores de conteúdo, seja em revistas, jornais, TV ou internet.
Um dos links foi este: https://caixapretadasolange.blogspot.com/2017/12/speech_78.html
Pois já chamei também a atenção dos mesmos quanto a serem todos, e sermos todos também AUTORES, protegidos pela LEI DE DIREITOS AUTORAIS (https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9610.htm). Ela não é válida, no âmbito de imagem, apenas para jornalistas e fotógrafos profissionais, que fazem dos cliques com celulares, câmeras etc seu ganha-pão.
TODOS somos AUTORES e a LEI nos beneficia IGUALMENTE!
Negar isso é, no mínimo, (me perdoem) BURRICE.
(E digo isso sem medo de "cancelamento", essa prática tão infantil).
Veja o thumb abaixo:
E a foto original utilizada (e, ainda pior, editada, maquiada etc!):
(Viram ainda o aviso que destaquei com a setinha amarela?)
Apesar de OUTRAS fotos usadas no mesmo vídeo terem créditos (TEO PHOTO) a foto de capa, na Thumbnail, como eu COMPROVEI ao falar com o autor, NÃO É do mesmo TEO Photo.
Me reservo no direito de não citar o nome desse outro autor. Ele foi SIM alertado. E ele normalmente se preocupa SIM (ou se preocupava) em ter seu material fotográfico devidamente identificado e jamais usado de maneira enviesada (ou seja, colocando-se como autor outra pessoa ou sem pagamento pelo uso do material dele).
Ele afirmou não ter cedido a foto, nem ter sido consultado para seu uso como thumb daquele vídeo.
Mas, aparentemente, “deixou pra lá”.
É um direito dele. Mas é mais um incentivo, indireto, para que esses crimes continuem acontecendo – se existe a LEI dos Direitos Autorais, violar uma LEI nada mais é do que um CRIME.
Temos aqui três fenômenos:
1) Vassalagem: uma espécie de fidelidade cega, sem interesse em mudar o status quo, por preguiça de ir atrás dos próprios direitos (que, reconheço, dá trabalho sim) OU assumir-se inferior a quem o explora (sendo que, na verdade, o explorado NÃO é inferior, muito pelo contrário...)
2) Cumplicidade: saber que aquilo está errado, e mesmo assim achar normal, comum, virou “certo”.
3) "Jornalismo" industrial: "influencers", "youtubers" que delegam a maior parte do trabalho de pesquisa, apuração (quando há), edição, diagramação etc a terceiros, a uma grande equipe, perdem o controle sobre o material usado e sua origem, e só se preocupam mesmo em apresentar os vídeos. Em relação a este terceiro fenômeno: cada vez mais os criadores de conteúdo, em especial o digital, acham que podem ser a fonte de conhecimento e de notícias sobre tudo. E até substituir o jornalismo formal, seja ele informativo, interpretativo ou opinativo. Mas essa produção de conteúdo em massa – aqui "industrial" é o oposto a "manual, artesanal" – dinamita a qualidade e, frequentemente, a verdade. Podendo até se tornar fake news. Que, por sua vez, se torna tão mais grave quanto mais engajamento o youtuber tiver.
Trabalhar assim, em tempos de redes sociais alimentadas pelo engajamento – e assim incentivadas pelas plataformas digitais – , claro, é direito de quem abraçou essa forma de viver. E aí entram a ÉTICA... ou o "TÔ NEM AÍ".
Há alguns anos eu alertei (sim, EU mesma) outro spotter sobre uso idêntico, de foto dele, em thumbnail, sem identificação e muito menos remuneração por parte daquele MESMO Canal. E esse outro spotter não foi bobo. Acionou a Justiça, e até que ela não tardou muito – e NÃO falhou. Resultou numa indenização de R$ 6 mil da mesma pessoa que agora voltou a desrespeitar o Direito Autoral.
Na ocasião, o réu alegou ter recebido a foto de outra pessoa (cúmplice), por isso desconhecia o autor, e que não ganhava tanto dinheiro assim com internet...
Pode ser que monetizar na internet não seja o mesmo que ganhar na Mega Sena, mas dá para sobreviver, senão ninguém o faria, e nem buscaria monetizar o que produz.
O CRIME é ser remunerado usando material alheio, sem autorização para tal.
Pare e leia a Lei dos Direitos Autorais, cujo link já forneci aí em cima. Um belo dia, no final do século passado, eu também a acionei, e o réu da ocasião, ao me negar R$ 800,00, uma década depois teve que me pagar R$ 17 mil. E, parece, aprendeu a lição.
Pois quando alguém APRENDE A LIÇÃO, ISSO VALE AINDA MAIS QUE A INDENIZAÇÃO EM DINHEIRO, pois isso ajuda a evitar que o crime se repita a partir daquele criador de conteúdo, seja escrito, eletônico ou digital.
Num mundo onde DIREITOS são desrespeitados a todo momento, especialmente no Brasil, qualquer tempo INVESTIDO em reivindicá-los, judicialmente ou extra-judicialmente, mais do que receber pagamento, resulta em melhorar a ÉTICA, o PROFISSIONALISMO e o RESPEITO dos “influencers” e "youtubers" de todas as áreas.
E como tem gente sem esses três dons nas redes sociais!
Como diria a banda Information Society (nome sugestivo mesmo) "THINK ABOUT IT!"
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
NOTÍCIAS CAIXA PRETA
ATENÇÃO!
Está aqui o resultado do QUIZ do EPISÓDIO 181 do PROGRAMA VOO 123
DO CANAL
SOLANGE AIRWAYS !
Ontem eu publiquei o conjunto de Quizes do programa da semana. Agora é hora de dar as respostas e ver quem ganhou o presente de nosso entrevistado!
Estas foram as SEIS questões desta semana:



E estas foram todas as RESPOSTAS:
Observações:
Quiz 3: Citado por alguns, "Mk" não é nome, é abreviação de "mark", palavra em inglês que, seguida de um número, é um método de designar uma versão de um produto. No caso do Spitfire, por exemplo: Mk V, Mk IX.
Quiz 5: Essa reprodução de uma foto da internet mostra os postos galgados pelos participantes da Fraternidade do Fole no Brasil:
Até aqui, as demais respostas estavam parcialmente ou totalmente respondidas pela entrevista.
Quiz 6: Na frase "A VOTEC Serviços Aéreos Regionais S.A. , que já atuava no Pará como empresa de táxi-aéreo, lançou em 1976 (...)" O nome da empresa, aqui, está correto, porque é sujeito do que ocorreu a partir de 1976, quando já existia essa empresa do SITAR, embora fosse ligada à empresa-mãe Vôos VOTEC Vôos Técnicos e Executivos S.A.
Ao errar a palavra "incipiente", o autor da matéria estaria dizendo que a aviação regional era um segmento ainda "tolo, ignorante, imprudente, sem juízo" etc (que é inSipiente)...
Quanto a todas as questões, como os competidores responderam?
Demais participantes não pontuaram.
domingo, 25 de janeiro de 2026
NOTÍCIAS CAIXA PRETA
SIM! NA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA, DIA 28, TEREMOS PROGRAMA VOO 123!
https://www.youtube.com/watch?v=2i9c3XKNFaQ
domingo, 18 de janeiro de 2026
(MAIS UM) Aviso Importante!











