terça-feira, 26 de maio de 2026

Plantão Caixa Preta

E X C L U S I V O



Proprietário dos três aviões da Brazilian Express Transportes Aéreos requereu impugnação e em breve estará removendo do Aeroporto Eduardo Gomes os dois Douglas DC-8 e o Boeing 707 que estão lá há muitos anos. 

(por Solange Galante)



Veja os documentos:





​⏭️ Próximos Passos

​O despacho determina quatro ações imediatas:

​Cancelamento parcial do leilão: A secretaria do tribunal vai retirar as sucatas da pauta do leilão do dia 29/05/2026.

​Notificação do leiloeiro: O leiloeiro oficial será comunicado formalmente (oficiado) para que tome ciência e não coloque os bens à venda.

​Devolução do processo: Os autos serão devolvidos ao Juízo de origem (a Vara do Trabalho que iniciou a execução) para que o magistrado daquela causa analise a situação e tome as demais decisões que considerar cabíveis.

​Ciência das partes: As partes do processo serão consideradas formalmente intimadas assim que este despacho for publicado no Diário Eletrônico.


Explicação publicada pelo proprietário Paulo Renato: no Facebook (https://www.facebook.com/aviacaoamazonia)

As aeronaves foram submetidas a leilão judicial conduzido por Jimmy Leiloeiro, em Manaus, tendo ocorrido duas praças sem arrematantes (praças desertas). Diante da ausência de interessados, foi aceita proposta direta apresentada por empresa especializada em desmontagem, reciclagem e destinação final de aeronaves.
O processo permaneceu pendente por vários anos e sob diferentes administrações, em razão de questões judiciais envolvendo a Beta, inclusive demandas contra a União. Paralelamente, foram identificadas preocupações relacionadas à saúde pública, degradação patrimonial, riscos ambientais e ocupação irregular da área onde as aeronaves permaneciam armazenadas.
Em manifestações e procedimentos correlatos, entendeu-se que, embora a empresa Beta tenha encerrado suas atividades, a permanência das aeronaves no local não era mais viável, tornando necessária sua remoção imediata. Nesse contexto, a Sky Aviation Parts apresentou capacidade técnica, operacional e logística para executar a retirada e a destinação adequada dos ativos.
A realização de novo leilão não se mostra uma alternativa eficaz, considerando o histórico de ausência de compradores, os elevados custos de remoção, transporte e recuperação, bem como as limitações operacionais envolvidas. Na prática, somente empresas especializadas nesse segmento possuem condições de assumir tais obrigações.
Eventuais propostas de preservação histórica ou museológica carecem de viabilidade econômica e financeira. Até o momento, não há demonstração de interesse efetivo por parte de instituições, patrocinadores ou investidores dispostos a assumir os custos de aquisição, transporte, restauração, armazenamento e manutenção permanente dessas aeronaves.
Da mesma forma, inexiste previsão de recursos públicos destinados à recuperação ou preservação dos equipamentos. Diante desse cenário, a solução tecnicamente mais adequada e economicamente viável é a destinação final especializada das aeronaves, caracterizando seu ciclo de vida operacional encerrado (End of Life – EOL).

E o que será feito dos três aviões remanescentes da BETA?
VOCÊ SABERÁ AINDA NESTA SEMANA AQUI NO BLOG!!!

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