segunda-feira, 27 de março de 2017

SITES & BLOGS

http://rotorcentral.blogspot.com.br/

Quer acompanhar voos online a partir de ADS-B baseado em Itajaí (SC)?
Seus problemas acabaram! Mas o Blog tem muito mais que isso: vídeos, notícias (carecem de atualização, e a maioria é sobre o mundo das asas rotativas) e muitos links úteis, como, por exemplo, da Infraero, Decea, sites de meteorologia etc. E se você perdeu a série Águias da Cidade do Discovery Channel quando foi exibida há alguns anos, acesse todos os episódios da primeira temporada pelo link direto http://rotorcentral.blogspot.com.br/2012/11/aguias-da-cidade-pmsp-primeira.html



sábado, 25 de março de 2017

DEU NO F@CEBOOK!


"Sabe onde você vê um Samurai YS-11?
Lá no posto Ipiranga!" 

(Colaboração de Juliano Damásio - texto e foto) 



"Ex: Cruzeiro do Sul PP-CTI / Acidentado dia 29/04/1977 durante a aproximação​ final em Navegantes, com a baixa visibilidade devido ao denso nevoeiro. Chegou a Florianópolis em 10 de novembro de 1986 procedente de Tubarão/SC onde foi remontado com partes de outro avião acidentado em Joinville sendo inaugurado a como Aero Flop Pizzaria em 1 de Dezembro de 1986 onde permaneceu até meados de 1993 quando o terreno foi vendido e a aeronave foi novamente desmontada e transferida para a margem da via expressa que liga a BR-101 Florianópolis nas proximidades do Shopping Center Itaguaçu. Já praticamente remontado, foi apanhado por forte ventania que quase o fez decolar. Em meados de 1995 foi transferido para Tijucas/SC onde permanece até hoje ao lado de um posto de combustíveis as margens da BR-101"




sexta-feira, 24 de março de 2017

Plantão Caixa Preta

CONFIRA AQUI O QUE A IMPRENSA EM GERAL ESQUECEU DE DIVULGAR:
NÃO SÓ OS AEROPORTOS DE
FLORIANÓPOLIS, SALVADOR, PORTO ALEGRE E FORTALEZA
FORAM CONCESSIONADOS !!!



(Texto/Fonte: ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo)

Com ágio de 101%, Consórcio Voa São Paulo oferece melhor proposta para a concessão de cinco Aeroportos estaduais paulistas

Licitante terá que investir ao menos R$ 93 milhões em cinco aeroportos paulistas de aviação executiva; Concessão amplia o potencial de crescimento regional

São Paulo, 16 de março de 2017. Nesta sexta-feira, o consórcio Voa São Paulo apresentou a melhor proposta de outorga para administrar e operar cinco aeroportos estaduais paulistas com perfis para aviação executiva e táxi-aéreo. A empresa ofertou R$ 24.439.590,00 (vinte e quatro milhões de Reais), o que representa um ágio de 101% sobre o valor mínimo de outorga previsto para a licitação (R$ 12,159 milhões). O projeto prevê que ao longo dos 30 anos de contrato, ao concessionário deve investir ao menos R$ 93 milhões em melhorias nos aeroportos. O Consórcio Voa São Paulo é formado pelas empresas:

1.    Terracom Construções Ltda. - atua nas áreas de infraestrura e prestação de serviços como pavimentação, inclusive com usinas de asfalto, saneamento e limpeza pública há 47 anos;

2. MPE Engenharia e Serviços S.A. - O grupo MPE opera o aeroporto de Valença na Bahia. A empresa exerce atividades nas áreas de manutenção e operação de aeroportos;
3. ALC Participações e Administração Eireli – atua na área imobiliária;
4. Nova Ubatuba Empreendimentos e Participações LTDA., incorporadora que atua há 65 anos no ramo imobiliário e
5. Estrutural Concessões de Rodovias Ltda. -– empresa com histórico de atividades no segmento de obras de infraestrutura rodoviária.  
“Ficamos satisfeitos porque o Consórcio representa a diversidade que buscávamos com empresas tanto de engenharia, como de operação e até mesmo do setor imobiliário”, comenta Giovanni Pengue Filho, Diretor Geral da ARTESP. Além, disso, “o ágio de 101% reitera a confiança de empresas sérias nos projetos do Governo do Estado de São Paulo”, complementa Giovanni em referência a concessão estadual do lote Rodovias do Centro Oeste cuja outorga de R$ 1,3 bilhão do Pátria Infraestrutura III – Fundo de Investimentos em Participações representou ágio de 130,89% sobre o valor mínimo da licitação.
A licitação de hoje envolve um lote com os aeroportos Antônio Ribeiro Nogueira Jr. (Itanhaém), Gastão Madeira (Ubatuba), Comandante Rolim Adolfo Amaro (Jundiaí), Campo dos Amarais (Campinas) e Arthur Siqueira (Bragança Paulista). Esse é um dos poucos projetos de concessão de infraestrutura viária no país que abre possibilidade de participação mesmo para pequenos investidores. A segunda oferta pelo lote foi da Gran Petro Distribuidora de Combustíveis Ltda. no valor de R$ 12.160.000,00.

Além das atividades aeroportuárias, o investidor poderá explorar a capacidade imobiliária e de oferta de serviços. Assim, o concessionário pode implantar centros de convenções, hotéis, café, restaurantes e lojas, por exemplo. Do total de investimentos exigidos por contrato, cerca de R$ 33,6 milhões serão concentrados nos quatro primeiros anos. Desse montante, R$ 15,78 milhões serão aplicados no Aeroporto de Itanhaém; R$ 20,46 milhões no de Jundiaí; R$ 10,54 milhões no de Bragança Paulista; R$ 18,27 milhões no de Ubatuba; R$ 28,6 milhões no de Campinas.

A concessão garante a adequação, operação, equipagem e manutenção dos cinco aeroportos. O ganho operacional com a ampliação de investimentos na infraestrutura aeroportuária e nos serviços beneficiarão diretamente os usuários dos aeródromos e têm potencial para atrair novos negócios nas regiões. Os investimentos em obras contemplam, por exemplo, melhorias nos sistemas de pistas, pátios e sinalização, como também reformas nos terminais de passageiros e ampliações de hangares.

Atualmente, esses cinco aeroportos são administrados pelo Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo). Para a habilitação de sua proposta, a documentação do
Consórcio Voa São Paulo deve comprovar qualificação em gestão, operação, manutenção e segurança aeroportuária, com experiência em aeródromos de aviação geral ou comercial com movimentação mínima de 60 mil aeronaves por ano, entre outros critérios jurídicos e econômico-financeiros, conforme previsto em edital. Publicada a habilitação no Diário Oficial, a licitante será convocada para assinatura do contrato e o início de operação da concessionária deve ocorrer até junho.

Sobre os aeroportos
-   Aeroporto Estadual Campo do Amarais (Campinas)
Opera com aviação geral (executiva e táxi aéreo). Possui pista de 1.650 m, terminal de passageiros com 230 m² e estacionamento com capacidade para 50 veículos. Está localizado a oito quilômetros do centro da cidade. Em 2015, foram registrados 9.753 passageiros e 49.385 aeronaves.

-   Aeroporto Estadual Artur Siqueira (Bragança Paulista)
Possui pista de 1.200 m, terminal de passageiros com 225 m², além de estacionamento para 76 veículos. O aeroporto, que está localizado a três quilômetros do centro da cidade, atende as demandas de voos executivos. Movimentou, em 2015, 36.624 passageiros e 37.121 aeronaves. 

-   Aeroporto Estadual Comandante Rolim Adolfo Amaro (Jundiaí)
Apresenta pista com 1.400 m, terminal de passageiros com 500 m² e estacionamento para 50 veículos. São sete quilômetros de distância do centro de Jundiaí. As operações são de voos executivos, sendo que, em 2015, recebeu 11.674 passageiros e 81.211 aeronaves.
                                           
- Aeroporto Estadual Antônio Ribeiro Nogueira Jr. (Itanhaém) possui pista de 1.350 metros, terminal de passageiros com 1.560 m² (500 m² do Daesp e 1.060 m² da base da Petrobras) e estacionamento para 50 veículos. Está localizado a três quilômetros do centro da cidade. No ano passado, recebeu 14.379 passageiros e 15.044 aeronaves.

-   Aeroporto Estadual Gastão Madeira (Ubatuba)
Recebeu 3.260 passageiros e 3.446 aeronaves em 2015. A pista do aeródromo possui 940 m, terminal de passageiros com 70 m² e estacionamento para 15 veículos.

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ARTESP – Assessoria de Imprensa

quarta-feira, 22 de março de 2017

Plantão Caixa Preta

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR DA AIRTKT?
CERTAMENTE, ELA JÁ PARTICIPOU DE SUA VIAGEM!!!


No mundo do transporte aéreo, o passageiro nem repara como é a complexidade de uma viagem de avião. Há quem compre as passagens direto das companhias aéreas; há quem procure as grande agências de viagens. Mas existem ainda as agências de menor porte e as chamadas Consolidadoras que fazem a ponte entre as companhias e as agências, para a confiança ser recíproca. Por sua vez, para o setor ganhar maior representatividade, inclusive junto às entidades e órgãos do governo, em 2015 foi fundada em São Paulo a AirTkt, Associação Brasileira dos Consolidadores de Passagens Aéreas e Serviços de Viagens.
Em dois anos, a entidade já se tornou a principal interlocutora da atividade, sempre com o objetivo de representar seus associados junto às autoridades regulatórias do mercado, governo e à indústria do setor. Entre suas vitórias, como observa Ralf Aasmann, profissional com trajetória de destaque em empresas aéreas como Lufthansa e Emirates e hoje diretor executivo da AirTkt "a principal delas foi o respeito alcançado pela entidade junto aos fornecedores e ao mercado como um todo. Somando forças, conseguimos melhorar a qualidade dos serviços prestados pelos consolidadores e conferir mais transparência às operações".
A AirTkt reúne em seu quadro dez representantes de peso do setor: Ancoradouro, BRT, CNT, Confiança, Esferatur, Flytour Gapnet, LTS, PVT, Rextur Advance e Tyller. Juntas, essas companhias movimentam cerca de R$ 10,1 bilhões anuais em vendas de passagens aéreas, geram 2.164 empregos diretos e investiram, nos dois últimos anos, cerca de R$ 21,2 milhões em tecnologia para o trade. Estima-se que haja 30 empresas no universo total de consolidadores em atuação no país. De acordo com Aasmann, existem ainda alguns sócios parceiros que ajudam a manter a associação. São eles: Amadeus (pioneira em tecnologia, seus produtos conectam todo o sistema de viagens como provedores e distribuidores de viagens e os próprios viajantes) e as companhias aéreas American Airlines, Delta Airlines, Gol Linhas Aéreas e Latam.
Finalizado o primeiro biênio da diretoria da AirTkt, foi anunciado agora em março o novo presidente do conselho de administração Associação. Carlos Vazquez, possui 42 anos de experiência de mercado, boa parte deles à frente da Esferatur, substituindo Rui Alvest. Para o mandato de dois anos (biênio 2017/2019), a entidade terá como vice-presidente Juarez Cintra Pereira Neto, da Ancoradouro.
Os desafios da Associação são grandes, principalmente no que diz respeito à regulamentação da atividade de consolidação e ao melhor uso dos recursos e da tecnologia. Para mudar este cenário, a entidade vem trabalhando na uniformização dos serviços oferecidos pelas associadas e transparência das operações, sobretudo na área tributária. Por isso, em 2015, ocorreu a contratação da empresa de auditoria Ecovis Pemom, responsável pela análise de cada uma das associadas e pelo levantamento dos números oficiais do setor.
Para ser associado, a empresa precisa comprovar, além da atividade principal de consolidação de bilhetes aéreos, um movimento anual de R$ 200 milhões, no mínimo 150 mil transações aéreas por ano, situação de crédito regular junto às empresas aéreas e registro da IATA - International Air Transport Association, além de ser referendada por pelo menos duas companhias aéreas filiadas à IATA. A proposta para 2017 é justamente aumentar o quadro de associados.



O novo presidente Carlos Vazquez

(Foto: Solange Galante)

segunda-feira, 20 de março de 2017

PÉROLAS VOADORAS!

Em nossas edições da chamada Caixa Preta Mensal, nossa seção "Pérolas Voadoras" coletou vários erros de informação, digitação e/ou conceito da imprensa especializada ou não em relação à aviação.
Agora que extingui o conceito "Caixa Preta Mensal", publicarei esporadicamente as mesmas observações neste novo formato.


Hoje, visitamos o Fotolog  www.fotolog.com/jban/22673281/

Há quase 10 anos eles mostraram essa foto e afirmaram que era o Concorde operando no Galeão.

Que "pérola"! Ou melhor, que par de pérolas!!!

Na verdade essas imagens foram feitas em Jacarepaguá, em 1975, e o Concorde deu apenas um rasante sobre a pista. Ou seja, nada a ver com Galeão e decolagem...

Eu não estava lá mas o Cmte. Aymoré Mattos, sim, e eu tive a oportunidade de assistir a suas filmagens em Super-8 do mesmo angulo da foto, após tê-las digitalizado para DVD.
Alguém até pergunta se o T6 que aparece na mesma foto estava "fantasiado" de avião da Luftwaffe. Na verdade, é um dos Dragões do Ar, do saudoso ex-fumaceiro Portugal Motta.


(Foto: publicada por João Novello – autoria não confirmada)

quarta-feira, 15 de março de 2017

EDITORIAL

MALAS DA DISCÓRDIA

(por Solange Galante)

Companhias aéreas brasileiras foram autorizadas pela ANAC a cobrar pelo despacho da bagagem, mas a Justiça, em São paulo, suspendeu em caráter liminar, a medida. E os passageiros comemoraram como nunca, mesmo sabendo que essa liminar pode ser revogada.
O fato é que o Brasil voa na contramão do resto do mundo. Hoje é muito comum que, mundo afora, empresas aéreas cobrem pelo despacho de bagagens, seja qual for seu tamanho e peso e a distância voada. Algumas cobram tão barato o voo em si que se veem no direito de cobrar pelo despacho não só das bagagens no porão mas também pelas bagagens de mão, lugar junto à janelinha, fones de ouvidos, copinho d'água etc. Nos Estados Unidos, bagagens despachadas já são cobradas há anos, mesmo uma malinha pequenininha num voo quase de ponte aérea. Por que, então, aqui causa tanto alvoroço? Simples: porque não temos empresas low fares de fato. Hoje, praticamente todas procuram ser low costs, admitindo isso publicamente ou não. Mas, quanto ao low fares... Tá, existem promoções relâmpago, mas verdadeiras low costs/low fares não vivem só de promoções relâmpago. Exemplo: a irlandesa Ryanair. Você pode até achar o serviço dela uma porcaria, mas paga pouco, só paga pelo que for utilizar, e ela gasta pouco com sua operação.
Com a comida de avião é a mesma coisa: no mundo todo ela é limitada ou inexistente em voos domésticos. Aqui, depois da revolta contra as barrinhas de cereais e amendoinzinhos, sanduíches e comida de fato foram sendo reintroduzidos aqui ou ali, pagos ou de graça. O problema é que o passageiro brasileiro foi mal acostumado. Em tempos de Varig, Vasp, Transbrasil, além das malas serem despachadas de graça e sem limite de tamanho ou peso para a bagagem de mão, comia-se bem, bebia-se vinho e os passageiros ainda tinham como bônus os... amendoins! Hoje, cortando custos, as empresas chegam a deixar os passageiros passando fome mesmo quando o voo atrasa. Para piorar, a chamada democratização do voo levou para bordo pessoas que antes só viajavam de ônibus por muitas horas ou dias seguidos. Essas pessoas estão, em muitos casos, acostumadas a transportar até fogão no transporte terrestre, portanto, no avião, acham que pelo menos têm todo o direito de transportar, e de graça, tudo o que conseguirem. Mudar esses hábitos é que é o difícil.
Por sua vez as companhias aéreas reclamam que são oneradas de todo jeito: impostos, taxas, combustível caros, supostos salários altos (!!!) dos funcionários, cujo treinamento é também oneroso, e por aí vai. Mas... não foi sempre assim no Brasil? Tudo caro (menos o salário dos funcionários: este, se não for baixo demais, alto é que jamais foi!).
O fato é que todos têm seus direitos de reclamar: os passageiros, ao reivindicar serem bem tratados, pelo menos, como já foram antes, comparado aos tempos atuais, e gozando dos prometidos descontos nas passagens para quem não transporta mala no porão – os descontos são o centro da discórdia, pois ninguém acredita nessa promessa. E as companhias aéreas, reivindicam ser menos taxadas em tudo.
Acontece que, no Brasil, aviação já deixou de ser transporte de elite mas continua sendo tratada pelas autoridades como se estivéssemos nos tempos áureos da Panair e da Varig.
Como resolver esse impasse? Que cada um ceda um pouco de sua parte: passageiros, companhias e governo. Os passageiros, que reconheçam que os tempos são outros e que voar de avião, hoje, tem serviço mais enxuto. As companhias, que realmente beneficiem os passageiros com menos bagagem SEM jogar a diferença (pra mais) no colo de quem precisa transportar uma mala por ter filhos pequenos, apetrechos de trabalho etc. E, governo, que reconheça a importância da aviação e a trate como serviço essencial e não luxo para poucos.  Mas é: está, tão difícil resolver essa equação...

terça-feira, 14 de março de 2017

SPEECH


(E esta é a minha Caixa Preta! Um autêntico CVR!!!)


UM NOVO BLOG COM O MESMO
CONTEÚDO E QUALIDADE!!! 

Caixa Preta nasceu há alguns anos com a proposta de divulgar, informar e comentar os bastidores da  aviação, ou seja, os assuntos que nunca vão para as diversas mídias ou vão incompletos, de modo que publicamos o outro lado da notícia de aviação. Não só isso: aquelas matérias exclusivas que não são aproveitadas pelas revistas especializadas mas interessam sim aos leitores, internautas e público apaixonado pelo mundo do voo. E também muita história da  aviação e o que acontece por aí na área!!!
Também batalhamos pela correção das informações, presença do crédito das fotos e textos, aqui e fora daqui, prezando pelo respeito aos autores e aos leitores.
Com novidades no layout, incluindo a foto abaixo como plano de fundo, de minha autoria, sobre os Alpes franceses, a partir da classe executiva de um A340 da Lufthansa, clicados em 2011.
Outra novidade é que a Caixa Preta mensal está extinta e todas as suas seções serão diluídas ao longo do mês inteiro para atualizações mais frequentes do Blog.
Continuo convidando meus leitores a participar ativamente com comentários, sugestões, colaborações e críticas. Todos são muito bem-vindos neste espaço! Valeu, gente!!!