sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

SPEECH

***** NOSSA CAMPANHA INÉDITA!!! *****
***** "SPOTTER: DEIXE DE SER BURRO! VALORIZE-SE!!!!!" *****

(Por Solange Galante)

Se o peixe morre pela boca, o ser humano morre pelo orgulho. Orgulho de estar em evidência, de ser "curtido", de ter o que faz por hobby ser divulgado "trocentas" vezes... mesmo sem remuneração!

Não é de hoje que "spotters" enviam suas fotos para revistas especializadas publicarem seus "cliques". Se fotografar um dia já foi coisa só para profissionais, hoje pode-se fazer fotos apenas com um celular e com um mínimo de conhecimento consegue-se excelentes resultados.

Porém, o que a nova geração de "spotters" não sabe ou esquece é que suas fotos, especialmente quando revelam talento, pode e deve ser tão valorizada quanto a de fotógrafos profissionais simplesmente pelo fato de que tanto amadores quanto profissionais são todos... autores!!!!

O jovem que economiza sua mesada e compra uma câmera, ou a ganha de presente, e usa seu tempo – sempre um bem precioso – para ir ao aeroporto fazer fotos de aviões produz uma obra intelectual que deve ser resguardada. Assim como acontece com os "spotters" veteranos, que já investem mais em equipamento e são mais conhecidos e procurados para fornecer fotos.

Como assim, obra intelectual deve ser resguardada?

Antes, uma introdução sobre direito autoral. Que "bicho" é esse?


Epa!!!! O que é isso, "direito patrimonial e direito moral"?

Os direitos patrimoniais são aqueles que se referem principalmente à utilização econômica da obra intelectual. É direito exclusivo do autor utilizar sua obra criativa da maneira que quiser, bem como permitir que terceiros a utilizem, total ou parcialmente. Os direitos patrimoniais podem ser transferidos ou cedidos a outras pessoas, às quais o autor concede direito de representação ou mesmo de utilização de suas criações. Caso a obra intelectual seja utilizada sem prévia autorização, o responsável pelo uso desautorizado estará violando normas de direito autoral, e sua conduta poderá gerar um processo judicial. Por sua vez, os direitos morais asseguram a autoria da criação ao autor da obra intelectual, no caso de obras protegidas por direito de autor (textos, fotos, músicas etc). São intransferíveis e irrenunciáveis. 

E não importa se você é jornalista de profissão, fotógrafo profissional, ou faz as fotos apenas por hobby. A obra foi criada por você, com seu equipamento, seu "feeling", seu olho e seu dedo, você gastou gasolina, corrida de Uber, sola de sapato, passagem de ônibus e seu tempinho para ir produzir sua "obra"!

Primeiro ponto: o crédito (E aqui ainda não estou falando de $$$)

A autoria da foto deve sempre ser mencionada. Às vezes grandes empresas contratam fotógrafos e depois distribuem as fotos como material de divulgação sem divulgar o nome de quem fez a imagem, mas na maior parte das vezes isso foi concordado antes entre empresa e fotógrafo, que recebeu  pelo trabalho já sabendo que a foto seria distribuída. "Receber" pode ser dinheiro mesmo, ou uma viagem, um prêmio etc. Desde que tenha recebido alguma coisa, o fotógrafo geralmente autoriza sim essa distribuição do seu trabalho, COM ou SEM a divulgação de seu nome. O correto é ter seu nome sempre, mas tem gente que prefere o anonimato. O importante é deixar tudo isso registrado em contrato, ou seja, POR ESCRITO. Mesmo que por email, que hoje já é aceito como documento em muitos casos judiciais.  E (atenção!!!!) não basta "você", sozinho, escrever um documento de autorização/permissão de uso, a outra parte também tem que se comprometer a, PRINCIPALMENTE avisá-lo CADA VEZ que a foto for usada e onde!!!! mesmo que duas, 10, 50 , 100 vezes.

Segundo ponto: a remuneração (E aqui não falo só de dinheiro)

Conforme escrevi aí em cima, a remuneração pode ser dinheiro, uma assinatura de revista, um prêmio, um presente, desde que previamente combinado e concordado entre as partes (empresa, jornalística ou não, e fotógrafo, amador ou profissional) por documento formal com os deveres e direitos das duas partes. Como dificilmente pagamos nossas contas do dia a dia com presentes e viagens, dinheiro é a remuneração mais comum e justa.

Agora, você, que leu até aqui este artigo, pergunta "Caraca, porque tenho que saber tudo isso? Está até me cansando de ler...."

Vou explicar, então.

Não é de hoje que revistas, de todos os segmentos, se aproveitam do orgulho humano para publicar material alheio, não contratado na maioria das vezes, ou mesmo contratado, em troca apenas do nome do fotógrafo ou nem mesmo isso, e usam as fotos, uma, duas,dezenas de vezes para evitar a contratação de um fotógrafo profissional. Sai de graça para a revista, o fotógrafo que nada cobrou se infla de orgulho e tudo fica bem.
Me perdoe mas... BEM, NADA!!!!

Quando vc coloca sua foto num site como o Airliners, Jetphotos, Instagram ou outros, mesmo que eles ganhem com a alta visualização do material, você tem sua vitrine para outros trabalhos. É um trampolim. Se você concorda em ceder uma foto para um Blog, Site ou outra plataforma que não visa o lucro, é a mesma coisa. Em todos esses casos, o crédito (nome do fotógrafo) deve sempre estar registrado. Por isso que se vê na maioria dessas plataformas marcas d'água e avisos de que o material tem proteção de direitos autorais, o famoso "Copyright". Porque o direito autoral é levado a sério, como deve SEMPRE ser.

Porém, revistas, jornais, TVs, sites para assinantes etc vivem de anúncios etc NÃO são "empresas de caridade" que publicam seu material só pra você ficar famoso e muito curtido. Com anúncios custando, cada um, de mil reais se for pequeno até 30, 40, 50 mil dólares (sim, dólares) cada um, dependendo se é de página dupla e em que publicação (de muita ou menor tiragem), por exemplo, você não participar desse bolo é simplesmente burrice!!!!

Pelo menos na área de aviação, as publicações brasileiras não nadam em dinheiro, não se iludam. Mas PODEM e DEVEM valorizar quem lhes fornece material, por todas as razões que escrevi acima (há gastos e há criação intelectual). Ou então que contratem um profissional por um valor combinado antes.

Veja abaixo a tabela atualizada da Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos no Estado de São Paulo, apenas como exemplo, de quanto deve ser pago para saída profissional e para publicação de fotos, entre outros detalhes. Ou seja, a coisa é séria mesmo!!!

https://www.arfoc-sp.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=541&Itemid=534

Mas vamos à realidade: se a revista não puder pagar tais valores, o fotógrafo pode e deve negociá-lo, mas JAMAIS abrir mão de ter seu trabalho creditado e pago.

E você, então, me pergunta: "Posso fornecer foto(s) em troca de uma viagem? De uma assinatura de revista? De um almoço?" Bem... pode! Embora isso não pague suas contas. Já é uma maneira de mostrar que você AGE PROFISSIONALMENTE, e valoriza  a si mesmo!!! (Mesmo não sendo o ideal).

Lembrando que atualmente não é necessário ter curso para exercer o jornalismo (inclusive o fotográfico) e autor é autor com ou sem diploma ou curso de fotografia!!!

Quer um exemplo prático?

Sou jornalista profissional diplomada mas, independentemente disso, escrevi por vários anos para a extinta revista Aviação em Revista, para a qual produzi foto e texto sobre uma escola de mecânicos de aviação e fui remunerada pelo material. Uns dois anos depois encontrei foto e parte desse material publicados no site da empresa (escola de mecânicos) cujo dono eu havia entrevistado para a matéria. Argumentei com ele que aquela republicação, sem minha autorização, era ilegal, e pedi, na época, uns 15 anos atrás, R$ 800,00, o mesmo valor que eu havia recebido pela matéria na revista. O dono da escola recusou, zombou de mim e eu, então, fui buscar meus direitos na Justiça por meio da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual dos Jornalistas Profissionais (APIJOR).

Levou longos 11 anos graças à nossa lenta Justiça mas recebi, em segunda instância, líquidos, R$ 11 mil, além da escola ter que tirar do ar o material usado indevidamente. Ou seja, eles poderiam, antes de terem usado, me pedido a permissão, apenas creditando meu nome ao material. Eu poderia ter cedido gratuitamente, por ter sido um material pelo qual eu já tinha sido remunerada (pela revista), o que evitaria todo estresse, mas como o dono da escola fez as coisas à maneira dele, desrespeitando completamente meu direito autoral... SI FU!!!!!

E o que tem acontecido particulamente na área de aviação, onde os spotters atuam?

Uma revista que não tem mais edições brasileiras, usou por muito tempo esse artifício: pedia fotos a spotters e não os remunerava ou simplesmente conseguia fotos por terceiros e publicava sem créditoS (autoria e remuneração). Há quem aceitava, mas muitos não, e "rodavam a baiana".

Recentemente uma outra revista já usou foto publicada no Airliners.net sem o consentimento do autor, que é de origem estrangeira e não sabia do que havia ocorrido – e, ao ser avisado que haviam usado indevidamente seu material, reivindicou seu crédito e recebeu pagamento pela foto, aí sim corretamente.
Essa mesma revista há muito tempo deixou de colocar crédito em quaisquer fotos, apenas muito raramente alguma aparece com o nome do autor registrado. E se aproveita do orgulho dos novos spotters para tentar rechear seus arquivos sem precisar pagar nadinha pelas fotos. Uma prática digna de se denunciar às associações que protegem os jornalistas e fotógrafos profissionais – atualmente, não é necessário diploma ou curso profissional para exercer a atividade, mas uma constância de atuação na área pode caracterizar essa profissionalização – ou mesmo autores em geral. Com provas suficientes, é possível sim entrar na justiça contra essas práticas no mínimo anti-profissionais e de enorme má fé.

Senão um dia você vai acabar como o spotter veterano, muito querido e conhecido de todos, que fazia fotos maravilhosas no aeroporto onde trabalhava, com câmera de primeira, nas décadas de 1960, 1970 e 1980, imagens que até hoje são em sua maioria raras pelos ângulos conseguidos e algumas por serem coloridas em época rara para isso, e que cedia as fotos de graça, só pelo crédito do nome, a diversas publicações. Um dia ele ficou desempregado e endividado e tentou aí sim vender suas fotos às mesmas publicações, para conseguir algum dinheiro e tentar manter suas contas em dia, e as publicações viraram as caras para ele, sem dó nem piedade.

Portanto, seja esperto, pense no seu presente e no seu futuro e exija todos os seus direitos de autor, aja sempre profissionalmente!  😉



segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Plantão Caixa Preta

LUFTHANSA COMEMORARÁ SUAS CINCO ESTRELAS COM NOVIDADE NOS CÉUS

***Duas novas aeronaves com pintura especial voarão a partir de Frankfurt esta noite.***



(Foto: divulgação Lufthansa)

Além do D-ABYM, também já está adesivado o A320 D-AIZX


Abaixo, informações sobre essa conquista, (texto/foto da Assessoria de imprensa Egom):


Lufthansa é a única companhia aérea 5 estrelas na Europa

Prêmio Skytrax avalia qualidade dos serviços premium e conforto de primeira classe

Hoje (4.12), como a primeira companhia aérea fora da Ásia, a Lufthansa recebeu a certificação cinco estrelas da consultoria britânica especializada em aviação Skytrax. Isso coloca a Lufthansa no seleto grupo de agora 10 companhias aŕeas que receberam esse cobiçada classificação. O júri do Skytrax já vinha premiando a Lufthansa First Class nos últimos dez anos com a categoria 5 estrelas, agora a companhia inteira recebeu a mesma certificação.

“O prêmio é um reconhecimento bem merecido aos nossos maiores esforços para fazer a Lufthansa uma das maiores companhias aéreas premium do mundo novamente,” disse Carsten Spohr, Chairman do Conselho Executivo da Deutsche Lufthansa AG. “Nós chegamos lá porque fizemos altos investimentos na nossa frota, renovamos nossas cabines, introduzimos serviços digitais, abrimos novas lounges e melhoramos o serviço a bordo e em solo. A combinação de serviços premium com a qualidade e o profissionalismo do nosso time de colaboradores deram à Lufthansa o status de uma companhia aérea cinco estrelas,” Spohr complementou. “Todo mundo na Lufthansa pode se orgulhar desta certificação, especialmente nossos colegas a bordo, no cockpit ou em solo que cumprem nossa promessa premium todos os dias na interação com nossos passageiros. Eu estou convencido de que o mais importante fator para chegarmos a cinco estrelas foi o fato de que temos os melhores colaboradores de companhias aéreas.”

Edward Plaisted, CEO da Skytrax, confirmou: “A conquista do status de 5-Star Airline pela Lufthansa não é apenas um grande elogio como a primeira companhia aérea europeia a alcançar esse objetivo, mas é claramente um reconhecimento às melhorias que foram feitas recentemente, particularmente  em todas as áreas de linha de frente de serviços.”

Os avaliadores da Skytrax viajam com a perspectiva do passageiro. Para os rakings, eles avaliam a qualidade dos serviços da companhia aérea em solo e no ar em até 800 diferentes categorias. O que inclui serviço a bordo, conforto dos assentos, catering, medidas de segurança, entretenimento a bordo, ofertas de duty-free e vários outros serviços. Para a  Skytrax, a consistência e a constância com que a Lufthansa avançou em com a modernização do produto foi determinante para a decisão de conceder a quinta estrela. Por exemplo, as classes First, Business, Premium Economy e Econômica foram sensivelmente melhoradas nos últimos anos. A companhia também ampliou o restaurant service da First Class para a Business Class, melhorando seu apelo personalizado aos passageiros no processo.  E é importante olhar adiante: para a nova Business Class que vai ser lançada em 2020 com o Boeing 777-9 e as nova e ainda melhores Premium Economy e Econômica. A Lufthansa também ganhou pontos com o novo app e a grande variedade de serviços digitais, disponíveis em solo e a bordo. O objetivo é aumentar o uso das oportunidades digitais para desenvolver ofertas customizadas e serviços para os passageiros Lufthansa.

Além desta classificação, a Skytrax, uma agência de rating especializada em aviação, também publica um ranking anual das mais populares companhias aéreas. No World Airlines Awards 2017, baseado em uma pesquisa feita com 19,8 milhões de passageiros participantes de 105 diferentes países, a Lufthansa ganhou o prêmio de melhor companhia aérea da Europa e a sétima do mundo todo. Desde 1990, a Skytrax conduz pesquisas sobre a qualidade das companhias aéreas  e dos aeroportos. Em 1999, a empresa começou a conceder certificações de até 5 estrelas. Até agora apenas 10 companhias aéreas em todo mundo obtiveram a mais alta classificação.




Livros de aviação

“LIVROS DE AVIAÇÃO”

Vamos além de uma resenha. Apresentamos livros e indicamos onde podem ser conseguidos!



MOTORES CONVENCIONAIS PARA AVIAÇÃO
Marcelo da Costa Azeredo


Livro destinado a qualquer pessoa interessada em entender desde a física básica até os materiais utilizados na fabricação das peças, a aplicação da aerodinâmica no voo e funcionamento dos motores convencionais, tudo com linguagem simples e acessível. Cinquenta questões com gabarito separado complementam esta obra, com comentários sobre as respostas corretas.
O autor é desenhista, plastimodelista e mecânico de aviação especializado em Grupo Motopropulsor
O livro já está na segunda edição.
Em português, repleto de ilustrações
2015 (1a. edição)
329 páginas
21cm X 15 cm
Brochura
Capa mole


Onde pode ser adquirido?

Contatando diretamente o autor:
https://www.facebook.com/profile.php?id=100008633676401

Ou pelo site abaixo:
http://www.bianch.com.br/?1.7.0.0,2875,motores-convencionais-para-aviacao.html

Valor: R$ 89,90

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Caixa Cor de Rosa


No dia 28 de outubro aconteceu o

"Reencontro das Aviadoras". 

O que é isso? Eu explico, logo após contar como conheci o grupo.


(texto e fotos: Solange Galante)

Em busca de histórias e experiências para me inspirar quando eu estava reescrevendo "A Ás", meu romance de aviação lançado no ano passado, durante muitos anos me aproximei das mulheres pilotos da  aviação brasileira, especialmente das pilotos da aviação comercial, para conhecer suas histórias profissionais. Em consequência, fiz amizade com várias delas e acompanhei sua evolução profissional nas companhias. E participei das primeiras reuniões delas, na época, especialmente pilotos do grupo Varig, no grupo Aviadoras, para discutir coisas tão simples para elas quanto complicadas para as empresas aéreas se adaptarem, como uniforme, jornadas de trabalho quando da gravidez e outras particularidades que ainda seriam novidades na aviação.

Entre as mulheres que conheci, algumas não voam mais, tendo trocado a aviação por outras atividades ou pela vida exclusivamente familiar. Algumas também se dedicaram à acrobacia aérea. Várias foram barradas na maior companhia aérea brasileira pelo preconceito do presidente da mesma mas quando ele morreu elas, enfim, tiveram sua chance (não acho que foi praga, não, rs).


Minha primeira reportagem em revista especializada sobre mulheres pilotos brasileira eu escrevi e publiquei em 1996. A aviação comercial só tinha dez delas. E mesmo o número tendo crescido, hoje, segundo a ANAC, mal supera 30 Pilotos de Linha Aérea, num universo de mais de 3.700 PLAs de ambos os sexos. E, em 21 anos, os problemas e o preconceito continuam.


Após anos sem se reunirem, e agora sob a iniciativa da jovem Rosiane Silva, de Belém, várias da "pioneiras" como as Cmtes. Arlete, Kalina e Teresa Parnes, entre outras, estiveram presentes, mais inúmeras mulheres de gerações posteriores e representantes da novíssima geração, cursando ciências aeronáuticas e aviação civil, participaram desse "Reencontro" que, todas esperamos, seja repetido sempre para que a troca de experiências e a discussão de temas relevantes seja geral e contínua!

​As fotos a seguir resumem um pouco do que foi esse agradabilíssimo Reencontro, nesta Caixa Cor de Rosa especial de nosso Blog!





Coordenador do curso de Aviação Civil da Universidade Anhembi-Morumbi, o Prof. Édson Gaspar se pronunciou na abertura e depois deixou as mulheres à vontade enquanto voltou para casa, onde ele é minoria entre as mulheres (esposa e filhas), para usufruir do sábado.


Sandra Coelho, Roseny, Soninha, Teresa Parnes e Kalina: mulheres, sempre unidas


A Cmte. Teresa Parnea, da Azul, uma das pioneiras da nossa aviação comercial, foi a apresentadora oficial.


Uma breve apresentação das pioneiras da a viação brasileira. Esta foi a "Joaninha".


Uma de nossas grandes damas, a Arlete, esteve presente em carne e osso também!


A Vasp admitiu mulheres pilotos ainda antes da Varig, onde o maior obstáculo foi seu presidente na época.


Também presente em carne e osso, a Cmte. Kalina se aposentou recentemente, tendo concluído sua carreira na Emirates.


Na Transbrasil, uma das mulheres de destaque foi a Cmte. Evelyne, com quem tive o prazer de voar em 1995.


As reuniões das aviadoras começou por iniciativa das mulheres da Varig.


Outra pioneira presente em carne e osso ao evento.


Pioneira e sábia, a grande Anésia!



Dra. Paula Moreira deu um show na palestra de neurociência e fatores humanos.



Mônica Edo falou sobre essa arte da qual as mulheres também participam.


Que tal uma pista de decolagem para recepcionar as mulheres com asas?


A Gol foi uma das patrocinadoras. 


Belas imagens de um vídeo apresentado durante a palestra da Mônica Edo.


As mulheres e as cambalhotas.


Márcia Mammana foi uma das inspiradoras do meu livro "A Ás".


Kalina, com seu emocionante depoimento e autoridade de mulher que chegou ao topo.


Teresa, Arlete, Claudine, Dra. Paula, Mônica Edo e Kalina: mulheres que fazem pela aviação! 


É sempre bom acompanhar a trajetória de tanta gente bacana! Parabéns, mulheres!

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Diretamente dos nossos "Archivos"

OS BOEING 757, 777 E 767 PROJETADOS EM... 1978!!!

Em maio e junho de 1978, a saudosa Aviação em Revista publicou em, sua edição 451/452, os novos projetos da Boeing naquela época. Os hoje famosos 757, 767 e 777 eram bem diferentes de como se concretizaram anos depois!!!






Pensar para Voar

– “PENSAR PARA VOAR” –

 (PENSAMENTOS E FRASES RELACIONADOS À AVIAÇÃO)


Que saudades quando as empresas aéreas eram Varig, Vasp, Transbrasil, Pantanal, Rio Sul, Nordeste etc... Todas transparentes, podiam dar informações que nunca foram sigilosas, seus pilotos falavam sem medo de serem punidos etc. Por isso, hoje se precisa recorrer a fontes anônimas, sem rosto, fotos de celulares feitas por amadores e por aí vai. Isso dificulta ser jornalista nos dias de hoje, onde só há punição para as pessoas verdadeiras, e as pessoas falsas andam por aí ocultando informações públicas e essenciais." (Solange Galante)

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Plantão Caixa Preta

VOLTARÁ A VOAR O PT-ZNF?

(É a pergunta que só o tempo responderá)

Nossa fonte acredita que não mesmo:


Mais do que isso, o tempo provará se o incidente grave foi quase um gravíssimo acidente mesmo ou apenas um testezinho de estol corriqueiro.
Observem também, caso o referido protótipo retorne ao voo, bem como os outros protótipos, modificações externas que possam ser incluídas, como aletas, geradores de vórtice etc.

Links diretos para quem quer acompanhar conosco o caso:

https://caixapretadasolange.blogspot.com.br/2017/10/plantao-caixas-preta.html
https://caixapretadasolange.blogspot.com.br/2017/10/plantao-caixa-preta_23.html
https://caixapretadasolange.blogspot.com.br/2017/11/noticias-caixa-preta_8.html