segunda-feira, 9 de março de 2026
sábado, 7 de março de 2026
NOTÍCIAS CAIXA PRETA
O ANTES, O DEPOIS E O AGORA DE MINHA HOMENAGEM À CENTENÁRIA LUFTHANSA
(por Solange Galante)
(fotos: Solange Galante e Francisco C. Souza)
Atualizado em 30/03/26 às 14h45
Há mais de 10 anos ganhei uma maquete escala 1/100 de Boeing 747-100 que estava toda danificada. Mas não desisti dela.
Optei por transformá-la em um avião da Lufthansa e, mais que isso, num esquema visual que nunca havia sido utilizado antes em Boeing 747 pela empresa alemã. A inspiração foi a belíssima pintura que foi usada nos Boeing 707 da companhia.
Deleguei a missão a um dos melhores maquetistas do país, Francisco C. Souza, capaz de fazer o avião desejado até mesmo do zero. E o restauro também era um desafio, dada a antiguidade da maquete espanhola do avião que representava a empresa espanhola Iberia.
Como ele recebeu o avião...
Finalmente a missão foi devidamente cumprida. Mais abaixo você poderá ler o depoimento do nosso "Chico", ou Fran Spotter sobre esse desafio.
Mas eu já tinha outros planos também, mesmo antes do restauro ter início.
Colocar o avião "em voo" foi outra missão, delegada ao amigo Carlos Eduardo França , que é quase um "MacGyver" em se tratando de manutenção e soluções domésticas, incluindo nossa paixão em comum, a Aviação. Onde, aliás, especializou-se em dioramas de aeroportos totalmente iluminados em Led.
A maquete, aliás, ficar pronta bem no ano do centenário da Lufthansa foi apenas coincidência, mas se tornou uma homenagem única, com absoluta certeza!
E o resultado, do projeto pronto, é ESTE:
O 747, por seu restaurador - Francisco C. Souza
"Restaurar a maquete de um Boeing 747-100 em fibra, especialmente uma peça ex-Iberia, é um trabalho que vai além da simples recuperação estética. Trata-se de um projeto que envolve reconstrução técnica, pesquisa histórica e, neste caso, até uma proposta criativa ao aplicar um esquema de pintura que nunca foi utilizado na aeronave real.
O primeiro grande desafio está na restauração das partes danificadas. Com o passar do tempo, a fibra pode apresentar trincas, quebras e desgastes, principalmente em regiões delicadas como asas, estabilizadores e naceles dos motores. Recuperar essas áreas exige o uso adequado de resina e manta de fibra, além de um trabalho cuidadoso de lixamento e nivelamento para manter as proporções originais do modelo. Qualquer erro nessa etapa pode comprometer o realismo da maquete.
Outro ponto fundamental é o reforço da estrutura. Mesmo após os reparos visíveis, a integridade interna pode estar comprometida. Por isso, é necessário criar reforços estratégicos dentro da fuselagem e das asas, garantindo rigidez e durabilidade. Esse processo é especialmente importante se a maquete for grande ou destinada à exposição, evitando deformações futuras.
A criação dos decals representa um desafio à parte. Como a maquete era originalmente baseada em um modelo da Iberia, é preciso desenvolver uma nova identidade visual completa. Isso envolve redesenhar logotipos, títulos e marcações técnicas nas proporções corretas do Boeing 747-100. Além disso, há o fator criativo: aplicar um esquema da Lufthansa que nunca existiu nesse modelo específico. Isso exige pesquisa sobre padrões visuais da companhia, como tipografia, cores e posicionamento dos elementos, para criar um resultado plausível e coerente, mesmo sendo hipotético.
Por fim, a pintura exige extrema precisão. A preparação da superfície com primer, o lixamento fino e a aplicação de camadas uniformes de tinta são essenciais para alcançar um acabamento de alta qualidade. Reproduzir as cores da Lufthansa com fidelidade — especialmente o amarelo das faixas e logo e o azul característico da cauda — é crucial para dar credibilidade ao projeto. Como se trata de um esquema “what if”, o cuidado deve ser ainda maior para que o resultado pareça realista e convincente.
Em resumo, restaurar e transformar uma maquete de 747-100 ex-Iberia em um modelo com pintura da Lufthansa é um desafio que combina técnica, paciência e criatividade. O resultado final não é apenas uma restauração, mas uma releitura única da aviação, unindo história e imaginação em uma única peça."
-------------------------------------------------------------------Bem-vindo, novo integrante da Frota Solange Airways!
quinta-feira, 5 de março de 2026
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ATENÇÃO!
Está aqui o resultado do QUIZ do EPISÓDIO 186 do PROGRAMA VOO 123
DO CANAL
SOLANGE AIRWAYS !
Com a final do Hall da Fama!
Ontem, quarta-feira, eu publiquei o conjunto de Quizes do programa da semana. Agora é hora de dar as respostas e ver quem ganhou o presente de nosso entrevistado!
Estas foram as SETE questões desta semana:
E estas foram todas as RESPOSTAS:
Observações:
QUIZ 2: O Natoma Bay era um dos navios que tinham muito amianto e cujos tripulantes seriam indenizados. Veja: https://www.asbestos-ships.com/ships/uss-natoma-bay-cve-62
QUIZ 4: Todas as alternativas estão relacionadas entre si mas incluí erros em três delas. Todas referiam-se a Chance Vought e/ou o biplano Vought VE-7 "Bluebird". Veja: https://en.wikipedia.org/wiki/Vought
Como os competidores responderam?
Demais participantes não pontuaram.
Nesta semana não somei pontos da participação do CHAT porque o chat estava desativado.
domingo, 1 de março de 2026
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Próxima quarta-feira, no Canal Solange Airways! Sim, você irá acreditar nessa história!
👉👉https://www.youtube.com/watch?v=Fp0ORe-HfVY
(e ainda com a FINAL do Hall da Fama!!!)
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
NOTÍCIAS CAIXA PRETA
ATENÇÃO!
Está aqui o resultado do QUIZ do EPISÓDIO 185 do PROGRAMA VOO 123
DO CANAL
SOLANGE AIRWAYS !
Ontem, quarta-feira, eu publiquei o conjunto de Quizes do programa da semana. Agora é hora de dar as respostas e ver quem ganhou o presente de nosso entrevistado!
Estas foram as SETE questões desta semana:
E estas foram todas as RESPOSTAS:
Observações:
QUIZ 1: No ano passado o Ipanema completou 53 anos de produção contínua; o modelo inicial entrou em produção em 1972; o modelo atual tem peso máximo de decolagem de 1.900 kg. E a matrícula do Ipanema recebido pelo cliente lançador era PT-GBA.
QUIZ 7: MRO significa "Maintenance, Repair, and Overhaul", Manutenção, Reparo e Revisão, mas não considero exatamente um erro como foi escrito na revista, no plural, foi apenas a opção usada por eles para traduzir.
Como os competidores responderam?
Demais participantes não pontuaram.


































