quarta-feira, 22 de julho de 2015

Plantão Caixa Preta

***A AVIANCA BRASIL ENFIM ADERE À STAR ALLIANCE***

 (por Solange Galante)

Não tinha mais como adiar. A entrada da companhia aérea brasileira que figura entre as duas mais simpáticas e de melhor conforto e serviço de bordo do País era inevitável, então hoje, dia 22 de julho de 2015, isso se fez concreto.
Quando Mark Schwab, CEO da Star Alliance, após seu discurso,olhou para José Efromovich, presidente da Avianca Brasil e disse "Bem-vindos a bordo", não houve quem não se sentisse orgulhoso daquele momento. por sua vez, em sua palestra, Eframovich – mais um estrangeiro de nascimento que realiza um excelente trabalho e trouxe fôlego novo para aviação comercial brasileira não ficar penando em um duopólio – lembrou Santos Dumont – cujo aniversário seria há dois dias, se vivo ainda fosse – e repetiu a frase do inventor brasileiro "Hoje agradecemos á teimosia de Santos Dumont" para destacar a teimosia da outrora Ocean Air linhas Aéreas e relembrar sua história de sucesso.
Lembramos, por nossa vez, que a hoje Avianca Brasil já viveu período muito turbulentos e soube recuar a manete para crescer mais devagar mas consistentemente, resultando no que vemos hoje.
A cerimônia em si, hoje, foi belíssima, com representantes de todas as empresas aéreas que compõem a maior e mais antiga aliança mundial, com destaque para a transformação de um Airbus visual da Avianca no Airbus real caracterizado como Star Alliance, num efeito de grande bom gosto.

Mas como sou jornalista especializada em aviação há quase 20 anos, aproveito para pedir um pouco mais de confiança à equipe Avianca Brasil na hora de responder às solicitações da imprensa séria, onde creio que me incluo, e não ficar negando informações simples, básicas, com certeza nada sigilosas, aos nossos leitores.

(fotos: Solange Galante)
















Segue abaixo o texto oficial da companhia aérea,
que parabenizamos pela conquista! 



Em uma cerimônia realizada hoje, as companhias membros da Star Alliance deram as boas vindas ao seu mais novo membro, a Avianca Brasil.

“Adicionar a Avianca Brasil à nossa rede é um passo importante no aprimoramento da nossa proposta junto aos clientes da América Latina. O Brasil é o mais importante mercado de aviação no continente e nós estamos satisfeitos porque, a partir de hoje, nós podemos mais uma vez oferecer conexões domésticas no Brasil”, disse Mark Schwab, CEO da Star Alliance.
“Temos orgulho em fazer parte do maior grupo de alianças de companhias aéreas do mundo. Foram dois anos dedicados a este desafio. Alteramos nossa plataforma tecnológica, treinamos os profissionais e aperfeiçoamos os processos internos para garantir os melhores serviços para os nossos clientes. Estamos entusiasmados e prontos para colocar o Brasil de volta no mapa da Star Alliance”, disse Jose Efromovich, presidente da Avianca Brasil.
A Avianca Brasil é a companhia área que mais cresce no país. De 2010 a 2014, aumentou sua participação de mercado de 2,6% para 8,4%. Até maio de 2015, a companhia aérea manteve esta tendência, atingindo 9% de participação de mercado brasileiro. A expectativa é manter um crescimento contínuo, já que a Avianca Brasil e as demais empresas da Star Alliance, que prestam serviços no país, conectarão mais passageiros por meio dos principais hubs.

No total são 13 companhias-membro (Air Canada, Air China, Avianca, Avianca  Brasil, Copa Airlines, Ethiopian Airlines, Lufthansa, Singapore Airlines, South African Airways, SWISS, TAP, Turkish Airlines e United) que agora servem o Brasil, o que reforça ainda mais a posição da Star Alliance como a aliança com o maior número de companhias aéreas neste mercado. A Avianca Brasil adiciona 15 novos destinos no país aos 12 existentes que as companhias-membro da Star Alliance já atendem, elevando o total para 27.

Pela rede doméstica da Avianca Brasil, os clientes podem embarcar internacionalmente em 88 voos semanais em 12 aeroportos no Brasil, para destinos da América do Norte e do Sul, da Europa, Ásia e África. Ao conectarem-se por meio dos hubs da Star Alliance nestas regiões, os passageiros conquistam acesso à rede mundial fornecida pelas 28 companhias aéreas membro, oferecendo mais de 1.500 voos diários para 1.330 aeroportos em 192 países.

Os mais de 2,7 milhões de participantes do programa de fidelidade Amigo, agora podem fazer uso de todos os benefícios do FFP (Frequent Flyer Program) da Star Alliance. Eles poderão acumular e resgatar milhas em todos os voos das companhias aéreas parceiras. Os classificados na categoria Amigo Ouro ou Diamante podem acessar mais de 1.000 lounges ao redor do globo, utilizar os benefícios de bagagem (extra ou prioritária), balcões de check-in exclusivos e prioridade de embarque. O mesmo é válido para os clientes das companhias parceiras ao viajarem pela Avianca Brasil.

Todos os voos da empresa, sob o código IATA “O6”, agora serão parte dos produtos tarifários da Star Alliance. O mais popular é a tarifa Volta ao Mundo, que permite aos clientes dar a volta ao redor do globo usando qualquer combinação das 28 companhias-membro. Além disso, a Avianca Brasil também participará dos produtos empresariais, como Star Alliance Corporate Plus.

A fim de apoiar a união da Avianca Brasil, a Star Alliance lançou uma campanha especial de marketing, criada em torno do slogan “AVIANCA BRASIL CONECTA COM O MUNDO”. Ela usa a metáfora visual da bandeira brasileira formada a partir de prédios icônicos em 3D ao redor do globo.

Sobre a Avianca  Brasil (IATA Code: O6):
A Avianca Brasil é a companhia aérea que mais cresce no Brasil, atendendo 23 destinos domésticos e um internacional, com mais de 200 voos diários. A companhia área é reconhecida por oferecer um serviço de alta qualidade e conforto a preços competitivos. Em reconhecimento a isso recebeu vários prêmios da indústria incluindo o grau mais elevado de distância entre assentos em toda sua frota, pela ANAC, autoridade local da aviação civil.
Agora, como um membro da Star Alliance, mais de 2,7 milhões de membros do Passageiro Frequente Amigo podem experimentar a escala de benefícios oferecidos pela aliança, em particular ganhar e resgatar pontos de toda aliança.
Avianca (AV) e Avianca Brasil (O6) operam sob uma única marca.

Sobre a Star Alliance:
A rede Star Alliance foi fundada em 1997 como a primeira aliança de linhas aéreas realmente global a oferecer alcance mundial, reconhecimento e serviço inigualável para viajantes internacionais. A sua aceitação pelo mercado tem sido referendada por numerosos prêmios, incluindo o Air Transport World Market Leadership Award e o Best Airline Alliance, ambos concedidos pela Business Traveller Magazine e pela Skytrax. As companhias aéreas membros são: Adria Airways, Aegean Airlines, Air Canada, Air China, Air India, Air New Zealand, ANA, Asiana Airlines, Austrian, Avianca, Avianca Brasil, Brussels Airlines, Copa Airlines, Croatia Airlines, EGYPTAIR, Ethiopian Airlines, EVA Air, LOT Polish Airlines, Lufthansa, Scandinavian Airlines, Shenzhen Airlines, Singapore Airlines, South African Airways, SWISS, TAP Portugal, Turkish Airlines, THAI e United. Ao todo, a rede da Star Alliance oferece mais de 18.500 mil voos diários em 1.330 aeroportos em 192 países.


*****BREVE, AINDA NESTA SEMANA,
A EDIÇÃO MENSAL DA CAIXA PRETA DE JULHO DE 2015,
AGUARDEM!!!!*****

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Plantão Caixa Preta

O QUE É BOM TEMOS QUE... DIVULGAR, É CLARO!!


Como jornalista, estou sempre falando das coisas erradas que presenciamos na  aviação brasileira e mundial. É óbvio que temos que alertar todos a respeito. Mas também é ótimo divulgar belas iniciativas, como essa da Inframérica, concessionária dos aeroportos de Brasília e de Natal. Como spotter que também sou eventualmente, sei das dificuldades para exercer o hobby, no Brasil, principalmente, em contraste com facilidades em grande maioria dos aeroportos no exterior. Aqui no nosso país temos belíssimas iniciativas como a do Grupo Aeroin, com o apoio do GRU Airport e Base Aérea de São Paulo. E é sempre muito bom ver que os ecos já começam a ser ouvidos e usados como exemplo Brasil afora. Ajude a apoiar essa iniciativa, lembrando que, além de ser um hobby saudável, que não suja, não depreda, não mata, não prejudica ninguém, pelo contrário, só aproxima gerações e reúne "crianças" dos 8 aos 80 anos e ajuda a preservar a história da aviação comercial, militar e geral. Só quem já participou de um Spotter Day, no Brasil ou no exterior,  sabe dimensionar como gostoso é "caçar" um avião com a teleobjetiva, buscar o melhor ângulo, registrar contrastes de cores e compartilhar isso com outras pessoas, pessoalmente ou pela internet!!! Vamos lá, moçada!

http://www.bsb.aero/hotsites/2015/spotter-day

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Plantão Caixa Preta


BRASIL, PAÍS DA INSEGURANÇA AÉREA


O Jornal Nacional acabou de apresentar uma denúncia sobre falta de fiscalização em bagagens domésticas no Brasil, replicando reportagem de hoje no jornal paulistano SPTV 2ª. edição. O link está aí embaixo:

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/07/em-teste-mala-com-objetos-suspeitos-passa-pela-seguranca-de-aeroportos.html

Mais do que um perigo que vem desde antes da bomba que explodiu no Fokker 100 da TAM em 1997, trata-se de um alerta muito importante e atual, que vem deixando inclusive tripulantes de nossas empresas aéreas de cabelo em pé.
Em abril do ano passado, ao saber, em um voo da Gol entre Guarulhos e Belém, que eu era jornalista, um comissário desabafou comigo que era necessário fazer alguma coisa contra esse perigo latente resultante da falta de fiscalização. Coincidentemente, no meu voo de volta de Belém para Guarulhos outro comissário fez a mesma coisa, e deu mais detalhes enquanto conversávamos lá na galley do avião.
Segundo ele, no início do ano passado, ele iria tripular um voo entre Chapecó e Florianópolis quando, ainda em solo, durante o carregamento do avião, dois funcionários da empresa de handling deixaram, por descuido, cair uma mala de passageiro. E eis que, de dentro dela, saltaram algumas GRANADAS!
Claro que foi gente correndo pra todo lado mas, felizmente, eles não explodiram.
Alarmados, os tripulantes procuraram pelo dono da mala. Descobriram que ela um policial civil que, com outros colegas também lá embarcados, estava indo para um curso de armamentos.
Os tripulantes reportaram o Ocorrido à empresa aérea, juntando-se, aquela denúncia, à várias outras de falta de fiscalização e raios X nos voos domésticos brasileiros. Segundo eles, os voos ao exterior e do exterior para o Brasil são mais protegidos, pelos tratados internacionais etc.

Você, pai, mãe, marido, esposa, neto, neta, avô, avó etc já se imaginou dentro de um avião que transportava uma mala com explosivos e que deveria ter sido barrada no aeroporto e não o foi?
Nada mais a dizer, após essa pergunta, não é?

quarta-feira, 17 de junho de 2015

CAIXA PRETA # 116

junho 2015


GRU perde gato, perde cachorro e nativos de Camarões
sofrem no aeroporto!!!

Em maio passado, quatro passageiros camaroneses ficaram confinados no Aeroporto de Guarulhos sem assistência da companhia aérea Avianca que, por um erro (ou preconceito mesmo), os classificou como passageiros de risco, e eles ficaram isolados durante três semanas em uma área restrita do terminal do aeroporto paulista conhecida como conector. Os estrangeiros dormiram no chão e receberam doações para se alimentar, segundo reportagem exclusiva da CBN. Quatro imigrantes de Bangladesh também enfrentam esta situação atualmente, como apurou a reportagem. De acordo com a Defensoria Pública da União, pelo menos 300 estrangeiros sem autorização de entrada no país passaram pelo conector neste ano. (Mais informações sobre o caso dos camaroneses a seguir, após este editorial...)
Em aeroportos do mundo inteiro acontece de tudo e, embora não seja o caso dos camaroneses, pode-se questionar quantas câmeras há no Aeroporto de Guarulhos (mais conhecido por GRU Airport ou “Cumbica” – talvez o mais adequado seria “Trumbica”) e o que a segurança do aeroporto faz com elas. Pois gato e cachorro já se perderam por lá, furtos acontecem com constância aparentemente cada vez maior e no sábado dia 6 de junho presenciamos um pedinte adulto transitando livremente dentro do restaurante Carls Jr. do famoso e badalado TPS 3, o que, talvez, possa ser visto em aeroportos de países mais modestos mas não em aeroportos de um país que quer ser comparados às economias europeias e norte americanas.
Ainda sobre as câmeras: prossegue o impasse sobre o Airbus A300 no cemitério do GRU, aquele que não teve perícia porque os peritos estavam sem escada (não, não é piada mesmo, eu juro...). Será que havia câmeras naquele local? Se não havia ou não há, porque, se é área aeroportuária? Se há câmeras, filmaram algo, ou seja, as pichações e os roubos ocorridos lá? Qual o risco de invasores passarem do cemitério para o pátio próximo onde vários aviões operacionais passam o dia?
Com a palavra, o GRU Airport, que não responde nossos e-mails questionando-os a respeito do Airbus há meses!!!

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==OS CAMARONESES DE GUARULHOS==

QUARTA, 27/05/2015, 17:26

Quatro camaroneses ficam confinados durante três semanas no Aeroporto Internacional de SP

Por um erro da companhia aérea, que classificou os passageiros como um risco para a viagem, eles ficaram isolados em uma área restrita do terminal, conhecida como conector.


A camaronesa B.N.C., de 25 anos, que não pode ser identificada por motivo de segurança, chegou ao Brasil há quase um mês. E já não guarda boas recordações do país.
"Eu não quero estar no Brasil. Eu não desejo estar no Brasil. Eu quero ir para o meu destino inicial. Só tenho lembranças negativas daqui. Para mim, o Brasil é um pesadelo", afirma.
O pesadelo ao qual ela se refere começou no dia 21 de abril. Ela e mais outros três conterrâneos partiram da capital do país, Laundé, com destino a Quito, no Equador, e a Belize, na América Central. Nenhum deles tinha como destino o Brasil, mas fizeram escala no Aeroporto de Guarulhos, onde o problema começou.
A companhia aérea Avianca International classificou os quatro passageiros como um risco para a viagem e alegou que os destinos não condiziam com o perfil do grupo. Nenhum deles foi autorizado a fazer a conexão e todos foram levados para uma sala no Terminal 3, conhecida como conector. Para lá, vão todos os estrangeiros que não têm autorização de entrada no Brasil ou que estão sem documentos. O que não era o caso dos camaroneses. Todos tinham visto de entrada, passagem de volta comprada e recursos.
A Polícia Federal os manteve isolados e sem comunicação durante três semanas. Dormiram no chão, passaram frio e dependiam de doações para comer. A advogada dos imigrantes, Eliza Donda, considera que houve violação dos Direitos Humanos.
Segundo a Defensoria Pública da União, cerca de 300 estrangeiros passaram pela mesma situação dos camaroneses no ano passado. Neste momento, quatro pessoas de Bangladesh, da Ásia, estão no espaço do conector em Guarulhos. Depois das três semanas, o Brasil concedeu refúgio ao grupo de Camarões. A contragosto. O que eles queriam mesmo era seguir viagem.
"Eu não entendo o porquê. Eu não quero ser uma refugiada e não entendo por que o Brasil está me obrigando a isso. Não quero ser refugiada em qualquer lugar do mundo, porque não fugi do meu país. Meus documentos estão em dia. Eu tinha um visto legal para ir ao Equador", reclama B.N.C..
Segundo os refugiados, a Avianca se negou a ressarcir os valores das passagens de volta e do embarque não realizados. Para o defensor público federal Daniel Chiaretti, houve erro por parte da Polícia Federal.
Em nota, a PF diz que segue estritamente o que determina a lei e que a companhia aérea é responsável pelas instalações e transporte do estrangeiro ao país de origem. Também afirmou que os quatro camaroneses se negaram a embarcar na companhia aérea  Royal Maroc, de volta para Camarões e que, por isso, pediram refúgio. A reportagem da CBN pediu um posicionamento da Avianca International, que até o momento não se manifestou.
Sem dinheiro, os quatro camaroneses estão abrigados no abrigo da Missão da Paz, em São Paulo.
" A cada dia que passa, estou morrendo por dentro. Eu estou muito mal por dentro. O Brasil não é meu destino. Se ficar aqui eu vou morrer. Quero ir embora", lamenta P.T.M..
No ano passado a CBN já havia denunciado a precariedade do conector e a demora no andamento dos pedidos de refúgio. A Defensoria Pública da União disse que pretende acionar judicialmente a companhia aérea pela falta de assistência aos passageiros e também por não ressarcir os valores devidos. Também afirmou que vai apurar os abusos no isolamento e que caso seja comprovado pode entrar com um processo contra a União.

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O NOME PREJUDICOU?

“A Ícaro, do Equador, deixou de operar depois de um incidente com sua única aeronave, um Boeing 737-500.”
(Fonte: Revista Flap Internacional no 467, 1ª. quinzena de agosto de 2011)


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“NOSSAS PRINCIPAIS SEÇÕES”

CAIXA PRETA DE CAMÕES + DE CERVANTES

Pela primeira vez na história editorial mundial Camões anda de mãos dadas com Cervantes. Uma nova revista de aviação lançada no mercado brasileiro, irmã caçula da edição espanhola, publicou artigos em idioma assemelhado ao híbrido “pontunhol”. Uma regra importante para quem escreve é: jamais revise o que você próprio escreveu ou traduziu, se quiser realmente uma revisão impecável. E se você tiver como língua materna o idioma do texto original que está sendo convertido para o idioma da revista, então, pior ainda!  Com certeza, você deixa passar batido palavras no idioma que não se deseja manter.
Isso acaba gerando pérolas como essas abaixo (os itálicos são por nossa conta):
“Conferi duas veces que todos os sistemas...”
“... levando a aeronave a un voo nivelado até que el piloto comande o contrário.”
“...continuará supervisionando y gerenciando a organização.”
“O avião anfíbio, llamado SkiGull...”
“Mooney apresenta seus nuevos biplçaces...”
(Legenda): “Dereita A ponta externa...”
(Legenda): “A dereita A aviônica...”
“Hélice Hartzel cuadripá de material composto...”
Aunque o tamanhño (sic!) dos tanques seja calculado...”
“...uma forza corretora que o piloto pouede sentir nos comandos.”

Bem, até que chegou o momento de eu deixar de anotar, porque cansei...

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DIRETAMENTE DOS NOSSOS “ARCHIVOS”

Fonte: Revista Flap Internacional no 81, julho de 1978





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DEU N@ INTERNET


(FONTE: www.deamazonia.com.br)

Azul muda saudação a passageiros após confusão em voo

Noticia atualizada em: 2015-05-04 09:51:38

A direção da Azul Linhas Aérea mudou a saudação dos comissários em voo no trecho até Parintins depois que uma de suas colaboradoras se envolveu em uma confusão com a funcionária federal, Roseani Novo, que era uma das passageiras. Agora, os passageiros que se deslocam até a Ilha Tupinambarana, são saudados com um Boa tarde azul, para os torcedores do Caprichoso e Boa Tarde Vermelho, para os torcedores do Garantido.
Roseani e um grupo de amigos embarcava para Parintins, na semana passada, no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus para participar da tradicional Alvorada do seu boi, o Garantido, no dia 30 de abril. Uma das aeromoças da empresa saudou os passageiros com um “boa tarde azul”, o que foi imediatamente repreendido por Roseani. que é sócia e torcedora do boi Garantido.
A comissária entendeu a recusa de Roseani como um desacato e chamou a Polícia Federal para retirá-la do voo. E uma grande confusão se armou, dentro do avião,  para retirar  torcedora, que estava vestida em trajes vermelhos, que é a cor do boi Garantido. O blog deAmazônia, tentou falar com Roseani, mas não obteve êxito. Amigos de Roseani Novo, que estavam no mesmo voo, disseram que a Azul deveria conhecer melhor a cultura de Parintins, por usar o trecho de voos até a cidade. “ Roseani sentiu-se insultada e desrespeitada pela empresa com a saudação que simbolizava o Caprichoso”, afirmou um dos amigos que estava na aeronave.
A Azul, inclusive, negociava com as agremiações folclóricas Garantido e Caprichoso, patrocinar o festival. A confusão não agradou torcedores do boi Garantido.





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NOSSA EXCLUSIVA E EXUBERANTE COLEÇÃO DE PÉROLAS VOADORAS

(Erros da imprensa que capturamos por aí. Vamos contar somente os pecados, e não os pecadores, senão eles vão ficar levemente chateados...)



A Pérola da imprensa especializada em dezembro de 2013 (embora eles não citem o mês) (revista 02)

 

“LABACE em novo endereço. Maior feira de aviação executiva da América Latina deixa o aeroporto de Congonhas.”

Com um título desses, imagine o resto do texto... Mas isso em jargão do jornalismo se chama “barriga” ou “barrigada” é quando se publica uma informação falsa, geralmente por desleixo e falta de compromisso maior com o que se noticia. Isso pois a Labace posterior ainda foi em Congonhas – e a “notícia” foi desmentida poucos meses depois –, bem como a de 2015 o será ainda no mesmo local.
Portanto, a revista “2” pode ser considerada “barriguda”...


A Pérola da imprensa especializada do final de 2014/início de 2015 (embora eles não citem o mês) (revista 24)

 

“Uma família com seis modelos: A família A350 XWB é composta pelos modelos A350-800, A350-900 e A350-1000.

Juro que eu só contei três...


A Pérola da imprensa especializada em janeiro de 2015 (embora eles não citem o mês) (revista 02)

 “’Caixa preta....’” ou ‘black box’ é o nome popular do sistema de gravação de voo, em inglês flight recorder, composto por dois dispositivos: o FRD (flight data recorder) e o CVR (cockpit voice recorder).”

É lamentável que uma revista, na pessoa de seus editores, revisores etc, não atentem para a própria sigla: Flight Data Recorder jamais seria “FRD”!!! E qualquer pessoa com o mínimo conhecimento de aviação sabe que a caixa preta de voz é o FDR!

 


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“COMIDA DE AVIÃO”

 Colaboração de Fernando Canteras (foto e texto)





"Hora da bóia. Aqui o 'desayuno' que foi servido no voo LA 750 SCL/GRU de 13/05/2015.
A aeronave foi o Boeing 787-8 prefixo CC-BBH."


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“CAPAS”

Algumas capas de revista de aviação do passado que se destacam por si só ou trazem homenagens históricas. Colabore você também enviando aquelas de que mais gosta!





Julho de 1978. O belíssimo Boeing 747-200 destacando-se na capa da revista.






Quem não se lembra do belíssimo A300B4 da Cruzeiro do Sul, que desfilava elegantemente até mesmo em Congonhas, apesar de seu porte? Aqui, capa de Aero em agosto de 1980.




A revista do então Ministério da Aeronáutica brasileiro, na edição de maio/junho de 1996, trouxe na capa o famosíssimo Hercules C-130 – provavelmente, nunca um avião teve um nome tão adequado por sua versatilidade.

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 “Sites úteis”

http://www.aeroin.net/

A revista eletrônica de aviação criada em 2010 e que não se limita a dar notícias sobre aviação – ela produz e se torna notícia ao incentivar o hobby da fotografia aeronáutica e encontros entre entusiastas de todo o Brasil e também do exterior.



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– “PENSAR PARA VOAR” –

(PENSAMENTOS E FRASES RELACIONADOS À AVIAÇÃO)

“Por que o magnetismo da ponte, o desafio paciente e silencioso que toda ponte apresenta a todos os pilotos, desafiando-os a voarem baixo e saírem vivos?” (Richard Bach)

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CAIXA COR DE ROSA

(Fonte: G1, 08/03/2015)


'Não tem lógica julgar pelo sexo', diz 1ª mulher de SP a pilotar o Águia
Tenente atua como copiloto na base de Sorocaba (SP).
Lara pertence a pequeno grupo de mulheres que atuam na equipe do Águia.

Jomar Bellini
Do G1 Sorocaba e Jundiaí




Ela cresceu se dividindo entre bonecas e partidas de futebol, brincando nas ruas do Jardim América, na Zona Sul de Sorocaba (SP). Filha do meio, o primeiro contato de Lara Carolina Palhiari Duarte com a aviação foi com um avião de brinquedo de um dos irmãos. Depois disto, a vontade de correr pelos ares começou a falar mais alto. Hoje, vaidosa e tímida - apesar de brincalhona -, a menina se transformou em uma integrante de um grupo seleto a pilotar os helicópteros Águia, da Polícia Militar, pelos céus de São Paulo. Primeira a ser aprovada para entrar no curso para copilotos, em 2012, a tenente Lara é uma dos integrantes das equipes que atuam em salvamentos e operações policiais do Águia no interior paulista. Além dela, existe apenas mais uma copiloto na capital e outra em formação na base de Piracicaba (SP).


Apesar da minoria, a tenente diz que a diferença entre gênero acaba quando as atividades operacionais começam. "Só o banheiro é diferente, quando toca a sirene é todo mundo igual. Desde a formação até a rotina no trabalho a gente não vê sexo. Não tem lógica julgar as pessoas por elas serem ou não mulheres", opina a tenente.

Há 10 anos, hoje com 29, começou a carreira militar, sendo os últimos dois se dedicando a carreira dentro das equipes do Águia. Foram quatro meses de provas incluindo resistência física e emocional antes de conquistar o feito ainda inédito entre as mulheres e começar o treinamento para voar.

A aprovação para o curso de copiloto deixou Lara receosa, já que até então, o ambiente era majoritariamente formado por homens. "Era novidade para todo mundo. Me cobrava muito porque não queria decepcionar as expectativas. Desde o começo briguei para ser tratada da mesma forma. Eu tenho esse pensamento de que a gente tem que ser respeitado não por ser homem ou mulher, mas por ser ser humano". A tenente espera se tornar piloto em dois anos após passar por uma nova série de testes e treinamentos.


O comandante da base em Sorocaba, Major Renato Martins, é enfático ao afirmar que Lara é tratada como qualquer outro policial. “A cobrança e o tratamento são os mesmos para todo mundo. Quando eu entrei para o Águia, há 18 anos, diziam que não era possível ter uma mulher atuando entre a gente. O preconceito era muito grande. No começo, quando a tenente entrou, tivemos um pouco de receio, até por ser uma novidade para todo mundo. Mas ela se saiu bem”. Ele, entretanto, não deixa de elogiar a tenente: “Só o helicóptero que ficou mais cheiroso”, brinca.

Reflexão e incentivo
Para a tenente, o Dia Internacional das Mulheres, celebrado neste domingo (8), é um lembrete para as conquistas femininas nos últimas anos. A data, continua ela, deve servir como reflexão. "Eu nunca sofri preconceito por estar nesta atividade, mas sabemos que essa não é a realidade de muitas mulheres, que sofrem isto e são tratadas de forma diferente. Temos muito o que conquistar. Não é o sexo da pessoa que vai fazer diferença."

E foram essas conquistas que permitiram que ela chegasse ao cargo de tenente. "É um reflexo sim. Há 50 anos eu não conseguiria isto. Quando eu entrei na PM, em 2004, o quadro era dividido por sexo, só o fato de ocupar o mesmo quadro e em tão pouco tempo chegar até aqui já é uma conquista", comenta.




A tenente afirma que nunca imaginou ser a primeira mulher a entrar para o Águia. "Eu me dediquei bastante para entrar, porque era o meu sonho, mas não tinha essa pretensão", conta. Entretanto, ela considera um importante marco para as mulheres. "Muitas achavam que era impossível ser copiloto do Águia. As funções para as mulheres eram administrativas. E eu provei que é possível sim."

Momentos marcantes
Apesar do pouco tempo de atuação, a tenente relembra que os momentos mais marcantes do trabalho são sempre os envolvendo o salvamento de vítimas em situações de díficil acesso. Um dos apoios a resgates que ela esteve envolvida foi o de uma jovem que caiu de uma jovem que caiu de uma altura de 30 metros em uma cahoeira na cidade de Votorantim (SP).

O acidente aconteceu enquanto a garota percorria uma trilha com um grupo de amigos em uma área de mata preservada e despencou de uma cachoeira conhecida como "Paradise". Foi necessário o apoio do helicóptero Águia para ajudar no resgate, já que o local é de difícil acesso. "Eu acompanhei de perto o salvamento como copiloto, auxiliando o comandante. Foi um momento de muita aprendizagem para mim", lembra. Antes disto, ela já havia atuado no Bravo, helicóptero da Polícia Militar destinado a resgates de urgências médicas na capital paulista.

Fora da base
Antes de ir embora, Lara vai até o dormitório feminino, onde já tem a sua roupa esticada em cima da cama, pronta para ir para casa. Lá espera o marido com quem é casada há seis anos. Até quem conhece a jovem acaba passando despercebido na rua. “Eu me arrumo e sou vaidosa como toda mulher. Vou ao cabeleireiro, gosto de sair, passar perfume”, confessa.

Agora ela espera a hora certa para realizar outro sonho: ser mãe. “Menino ou menina, tendo saúde está bom. Tento conciliar o trabalho com a vida pessoal, mas daqui uns dois anos eu pretendo ter um filho sim", conclui.





***Veja as fotos no artigo original: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2015/03/nao-tem-logica-julgar-pelo-sexo-diz-1-mulher-de-sp-pilotar-o-aguia.html)***



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quarta-feira, 27 de maio de 2015

Plantão Caixa Preta

O AVIÃO "DO BRAGA" NA AUSTRÁLIA

Vejam  no link abaixo texto interessante sobre o T-6 pintado com as cores da Esquadrilha da Fumaça, cuja história também pode ser encontrada no livro "Nas Asas do Líder - Biografia Oficial do Coronel Braga". Parabéns ao Raphael Lopes Pinto Brescia e ao Blog Aeromagia pela pesquisa!

http://aeromagia.net/2014/10/20/um-pedaco-do-brasil-voando-na-australia/

terça-feira, 26 de maio de 2015

Plantão Caixa Preta

NOITE DE AUTÓGRAFOS DE "NAS ASAS DO LÍDER"

Hoje a jornalista Solange Galante, especializada em aviação recebeu seus amigos na livraria Cultura do shopping Iguatemi para a noite de autógrafos do seu primeiro livro, "Nas Asas do Líder" - pela editora Edipucrs. O livro trata da biografia do Cel Braga, líder icônico do EDA, (Esquadrão de demonstração aérea), a Esquadrilha da Fumaça. Lá estavam, entre outros, alguns dos oficiais do EDA, e também alguns membros da família Braga. Participaram do evento os Comandantes Wagner, Decio Corrêa, Josué Andrade, diretor da escola EJ de aviação e o Cel Ivan Siqueira Jr, ex piloto do esquadrão e o editor da revista Flap Carlos A. Spagat, o desenhista especializado em aviões Ivan Plavetz e o fotógrafo também especializado em aviação air to air Ricardo Beccari.
(Texto: Ricardo Beccari)





 
- Fotos (acima) de Ribeiro EDA e Ricardo Beccari © -


- Foto (acima): Sérgio Marchi -

Plantão Caixa Preta

A VELHA IGNORÂNCIA DO JORNALISTA

Jornalista com todo grau de experiência sempre caem em armadilhas. É sabido que jornalista é o profissional que sabe de tudo um pouco, ou deveria saber de tudo um pouco, sem ser especialista em nada, pois mesmo os especializados, e eu me incluo nesse grupo, por mais que saibam de um assunto, estão a cada dia aprendendo mais e mais, por isso, todo cuidado é pouco na hora de emitir uma opinião.
Pois hoje pela manhã, dia 26 de maio de 2015, ouvi na Rádio Jovem Pan, no Jornal da Manhã, um comentário do jornalista experiente Joseval Peixoto a respeito do acidente com os dois apresentadores globais em um bimotor Carajá de táxi aéreo. Segundo o estimado jornalista, que respeito e admiro especialmente pelos seus conhecimentos em direito, latim e história, ele teria aprendido noutra ocasião que avião com dois motores pode voar bem com um deles caso o outro tenha pane e seja desligado. Daí o nobre colega diz que a Embraer – fabricante do Carajá – "deve explicações" pelo bimotor não ter se mantido no ar com apenas um motor, bem como devem explicações a Aeronáutica. Sim, a Aeronáutica deve, após a investigação, mas, por que a Embraer??? Aviões, caríssimo Joseval Peixoto, são construídos para voar de determinada maneira sob determinadas condições operacionais. Provavelmente as condições do Carajá não eram as ideais por peso a bordo, por exemplo, nesse caso, o único motor em funcionamento não o sustentará no ar. Mesmo jornalista, embora especializada, eu aprendi essa Lei básica e não vou questionar uma fabricante de tradição como a Embraer por um motivo operacional que, com certeza, foge à sua competência.